Operários navais em luta
Cerca de três mil operários dos estaleiros navais polacos que estão à beira da falência, manifestaram-se na sexta-feira, 3, na cidade de Szezecin, em defesa dos seus postos de trabalho.
Vestidos com roupas de trabalho azuis e capacetes de segurança amarelos, os operários desfilaram sob as bandeiras do sindicato Solidarnosc até à sede do governo civil, onde exigiram um encontro com o primeiro-ministro, Donald Tusk, para abordar a situação desesperada dos Estaleiros.
No início da semana passada, a imprensa polaca noticiou a recusa por parte da Comissária Europeia, Beelie Kroes, em apoiar o plano de reestruturação do sector da construção naval polaco.
O eventual chumbo de Bruxelas obrigaria os estaleiros de Gdynia e de Szezecin a devolver as ajudas estatais já recebidas o que os deixaria numa situação de insolvência.
Apenas os estaleiros de Gdansk, onde foi criado o sindicato anticomunista Solidarnosc em 1980, parecem ter assegurado a viabilização após a sua compra, no ano passado, pelo grupo ucraniano Donbass.
O ministro das Finanças polaco, Aleksander Grad, preveniu a Comissão Europeia de que não aceitará uma rejeição do plano de recuperação dos estaleiros polacos e que o seu governo recorrerá ao Tribunal Europeu.
Vestidos com roupas de trabalho azuis e capacetes de segurança amarelos, os operários desfilaram sob as bandeiras do sindicato Solidarnosc até à sede do governo civil, onde exigiram um encontro com o primeiro-ministro, Donald Tusk, para abordar a situação desesperada dos Estaleiros.
No início da semana passada, a imprensa polaca noticiou a recusa por parte da Comissária Europeia, Beelie Kroes, em apoiar o plano de reestruturação do sector da construção naval polaco.
O eventual chumbo de Bruxelas obrigaria os estaleiros de Gdynia e de Szezecin a devolver as ajudas estatais já recebidas o que os deixaria numa situação de insolvência.
Apenas os estaleiros de Gdansk, onde foi criado o sindicato anticomunista Solidarnosc em 1980, parecem ter assegurado a viabilização após a sua compra, no ano passado, pelo grupo ucraniano Donbass.
O ministro das Finanças polaco, Aleksander Grad, preveniu a Comissão Europeia de que não aceitará uma rejeição do plano de recuperação dos estaleiros polacos e que o seu governo recorrerá ao Tribunal Europeu.