Vitória esmagadora da paz e da democracia
As eleições recentemente realizadas em Angola representaram uma vitória esmagadora da paz e da democracia. A corroborar tal facto estão a elevada participação do povo no sufrágio – mais de 85 por cento de afluência –, o entusiasmo e o civismo com que os angolanos encararam o acto, sublinhou em testemunho recolhido pelo Avante! o deputado António Filipe, que esteve naquele país em missão de observação da consulta popular.
«Algumas horas antes de abrirem as assembleias de voto (às 7 horas da manhã), já se encontravam muitas pessoas em fila. As urnas, que deveriam encerrar às 18 horas, mantiveram-se abertas, por decisão da Comissão Nacional de Eleições, até haver eleitores para votar. Apesar da demora de várias horas para que cada eleitor pudesse cumprir o seu dever cívico, a eleição decorreu com o maior civismo, sem que tenha sido registado qualquer incidente digno de nota, e num ambiente claramente festivo», revelou o parlamentar comunista.
Nas eleições, o MPLA alcançou cerca de 82 por cento dos votos, garantindo 191 dos 220 lugares na Assembleia Nacional, resultado que ultrapassou largamente as expectativas do próprio partido e, no entender de António Filipe, se fica a dever ao reconhecimento por parte do povo angolano de que «foi com o MPLA que se conquistou a independência nacional, venceu a invasão sul-africana e que acabou por derrotar a UNITA ao fim de longos anos de uma destrutiva guerra civil». Não deixa de ser significativo que «as votações mais baixas na UNITA ocorreram precisamente nas regiões do país que estiveram mais tempo sob a sua ocupação», sublinhou.
Acresce, de acordo com António Filipe, que o MPLA, «partido com uma forte implantação política e social, assente numa forte e bem organizada base militante que lhe garantiu uma fortíssima mobilização popular, quer para a campanha, quer para o acto eleitoral», merece da parte do povo angolano igual reconhecimento quanto ao «processo de reconstrução nacional em curso desde 2002», o qual, sublinha ainda, «se tem traduzido na reconstrução e/ou construção de múltiplas infraestruturas essenciais para o desenvolvimento económico e social. Não são apenas estradas, pontes e linhas de caminho-de-ferro; são também escolas, hospitais e habitação. O crescimento da economia e dos níveis de bem-estar é visível, apesar de haver ainda bolsas de pobreza muito grandes nos arredores de Luanda, que receberam muitas centenas de milhares de refugiados».
Sem fundamento
Para o deputado António Filipe, «algumas dificuldades logísticas e organizativas do processo eleitoral na província de Luanda» foram reconhecidas e imediatamente corrigidas pela CNE, órgão que, nesse contexto, decidiu «por unanimidade que as assembleias de voto que não abriram, pudessem funcionar no dia seguinte, o que veio a acontecer».
Neste contexto, «não houve qualquer irregularidade que pudesse ser apontada como susceptível de beneficiar ou prejudicar alguma força política. As acusações de irregularidades, que, como se veio a demonstrar, não tiveram qualquer fundamento, não passaram de tentativas um tanto ridículas e votadas ao fracasso, de tentar diminuir o impacto da grandiosa vitória eleitoral do MPLA e do povo angolano», concluiu.
«Algumas horas antes de abrirem as assembleias de voto (às 7 horas da manhã), já se encontravam muitas pessoas em fila. As urnas, que deveriam encerrar às 18 horas, mantiveram-se abertas, por decisão da Comissão Nacional de Eleições, até haver eleitores para votar. Apesar da demora de várias horas para que cada eleitor pudesse cumprir o seu dever cívico, a eleição decorreu com o maior civismo, sem que tenha sido registado qualquer incidente digno de nota, e num ambiente claramente festivo», revelou o parlamentar comunista.
Nas eleições, o MPLA alcançou cerca de 82 por cento dos votos, garantindo 191 dos 220 lugares na Assembleia Nacional, resultado que ultrapassou largamente as expectativas do próprio partido e, no entender de António Filipe, se fica a dever ao reconhecimento por parte do povo angolano de que «foi com o MPLA que se conquistou a independência nacional, venceu a invasão sul-africana e que acabou por derrotar a UNITA ao fim de longos anos de uma destrutiva guerra civil». Não deixa de ser significativo que «as votações mais baixas na UNITA ocorreram precisamente nas regiões do país que estiveram mais tempo sob a sua ocupação», sublinhou.
Acresce, de acordo com António Filipe, que o MPLA, «partido com uma forte implantação política e social, assente numa forte e bem organizada base militante que lhe garantiu uma fortíssima mobilização popular, quer para a campanha, quer para o acto eleitoral», merece da parte do povo angolano igual reconhecimento quanto ao «processo de reconstrução nacional em curso desde 2002», o qual, sublinha ainda, «se tem traduzido na reconstrução e/ou construção de múltiplas infraestruturas essenciais para o desenvolvimento económico e social. Não são apenas estradas, pontes e linhas de caminho-de-ferro; são também escolas, hospitais e habitação. O crescimento da economia e dos níveis de bem-estar é visível, apesar de haver ainda bolsas de pobreza muito grandes nos arredores de Luanda, que receberam muitas centenas de milhares de refugiados».
Sem fundamento
Para o deputado António Filipe, «algumas dificuldades logísticas e organizativas do processo eleitoral na província de Luanda» foram reconhecidas e imediatamente corrigidas pela CNE, órgão que, nesse contexto, decidiu «por unanimidade que as assembleias de voto que não abriram, pudessem funcionar no dia seguinte, o que veio a acontecer».
Neste contexto, «não houve qualquer irregularidade que pudesse ser apontada como susceptível de beneficiar ou prejudicar alguma força política. As acusações de irregularidades, que, como se veio a demonstrar, não tiveram qualquer fundamento, não passaram de tentativas um tanto ridículas e votadas ao fracasso, de tentar diminuir o impacto da grandiosa vitória eleitoral do MPLA e do povo angolano», concluiu.