Que força é essa, amigos?
Durante três dias vai encher o espaço da Atalaia.
Apesar de todas as vicissitudes e dificuldades, ela mantém-se como a maior realização político-cultural do país.
Apesar de todas as viragens que a vida política nacional e mundial tem sofrido nos três decénios de realização da Festa.
Apesar das violentas ofensivas do capital em todo o mundo e das dificuldades que o movimento comunista e as forças revolucionárias têm atravessado.
Apesar das constantes medidas e campanhas anticomunistas em que se multiplicam e empenham as forças reaccionárias, os senhores do capital e os seus serventuários nos governos e órgãos do poder político.
É a Festa do Avante.
Muita gente pergunta: como conseguem os comunistas manter esta espantosa realização, que criou raízes e mantém expressão própria com tão forte influência na vida política e cultural portuguesa e com inegável projecção internacional?
Sem dúvida que ela é expressão da firmeza e coerência da actuação dos comunistas portugueses.
Mas há também outra razão que explica a vitalidade da Festa.
É a sua abertura à vida e ao mundo.
E quem tem olhos para o ver compreenderá a grande força colectiva de quem constrói ideal e se une para dar vida a esse ideal.
A Festa não é só a alegria de um acolhimento amigo e seguro que se vai encontrando no caminho dos que a percorrem.
É festa popular: tem tanta gente a fazê-la, a visitá-la, e até depois, a desfazê-la...
A Festa é também isso. Mas ultrapassa tudo isso.
Tem um cariz ideológico profundo que a atravessa. Combina e reveza trabalho e divertimento, pensamento meditado e discutido, debatido em múltiplas versões político-culturais, mantendo o forte pendor de presença popular de gentes de todos os quadrantes.
Quem lá vai sabe que pode conhecer e discutir livremente as ideias mais difíceis e complexas que implicam a constante ousadia de discorrer, pensar e refutar.
A Festa é nossa – dizemos com orgulho os comunistas.
Mas é também de todos os que lá vão e lá estão.
Não só de Portugal, como de muitos outros pontos do mundo.
Dizia Marx que o capital não tem pátria.
A ideologia comunista também não tem fronteiras - mas para partilhar com todos os homens e mulheres do mundo a luta pela libertação da exploração do homem pelo homem. Os comunistas lutam na sua pátria mas também além das fronteiras por esse ideal comum.
A Festa do Avante também reflecte essa amplitude e grandeza do ideal comunista. Daí retira também a sua força.
Até à Festa, amigos!
Apesar de todas as vicissitudes e dificuldades, ela mantém-se como a maior realização político-cultural do país.
Apesar de todas as viragens que a vida política nacional e mundial tem sofrido nos três decénios de realização da Festa.
Apesar das violentas ofensivas do capital em todo o mundo e das dificuldades que o movimento comunista e as forças revolucionárias têm atravessado.
Apesar das constantes medidas e campanhas anticomunistas em que se multiplicam e empenham as forças reaccionárias, os senhores do capital e os seus serventuários nos governos e órgãos do poder político.
É a Festa do Avante.
Muita gente pergunta: como conseguem os comunistas manter esta espantosa realização, que criou raízes e mantém expressão própria com tão forte influência na vida política e cultural portuguesa e com inegável projecção internacional?
Sem dúvida que ela é expressão da firmeza e coerência da actuação dos comunistas portugueses.
Mas há também outra razão que explica a vitalidade da Festa.
É a sua abertura à vida e ao mundo.
E quem tem olhos para o ver compreenderá a grande força colectiva de quem constrói ideal e se une para dar vida a esse ideal.
A Festa não é só a alegria de um acolhimento amigo e seguro que se vai encontrando no caminho dos que a percorrem.
É festa popular: tem tanta gente a fazê-la, a visitá-la, e até depois, a desfazê-la...
A Festa é também isso. Mas ultrapassa tudo isso.
Tem um cariz ideológico profundo que a atravessa. Combina e reveza trabalho e divertimento, pensamento meditado e discutido, debatido em múltiplas versões político-culturais, mantendo o forte pendor de presença popular de gentes de todos os quadrantes.
Quem lá vai sabe que pode conhecer e discutir livremente as ideias mais difíceis e complexas que implicam a constante ousadia de discorrer, pensar e refutar.
A Festa é nossa – dizemos com orgulho os comunistas.
Mas é também de todos os que lá vão e lá estão.
Não só de Portugal, como de muitos outros pontos do mundo.
Dizia Marx que o capital não tem pátria.
A ideologia comunista também não tem fronteiras - mas para partilhar com todos os homens e mulheres do mundo a luta pela libertação da exploração do homem pelo homem. Os comunistas lutam na sua pátria mas também além das fronteiras por esse ideal comum.
A Festa do Avante também reflecte essa amplitude e grandeza do ideal comunista. Daí retira também a sua força.
Até à Festa, amigos!