Bento de Jesus Caraça morreu há 60 anos
O PCP assinalou o 60.º aniversário da morte de Bento de Jesus Caraça, ocorrida a 25 de Junho de 1948. A evocação realizou-se em Lisboa, no Centro de Trabalho «Pedro Soares», em Campo de Ourique, precisamente no bairro onde faleceu o homenageado.
Lembrando a figura de intelectual e militante comunista, António Armando da Costa recordou a sua actividade científica e pedagógica no âmbito da Matemática e o seu esforço na divulgação do conhecimento. Foi também lembrada a sua contribuição teórica para o desenvolvimento do materialismo: a concepção materialista da Matemática e o papel do indivíduo, enquanto pertença do colectivo, no desenvolvimento da História.
No plano político, prático, o orador realçou que Bento de Jesus Caraça foi «um dos fundadores do Movimento da Unidade Nacional Antifascista (MUNAF), que, mais tarde, haveria de dar origens ao Movimento de Unidade Democrática (MUD) e distinguiu-se na sua acção em prol do Socorro Vermelho Internacional».Após recordar a infância pobre do destacado intelectual, António Armando da Costa afirmou que a sua entrada para o PCP não se encontra definida, mas lembrou que já em 1929, Bento de Jesus Caraça afirmou: «creio que a classe proletária está destinada a, num futuro mais ou menos próximo, tomar nas suas mãos a direcção dos destinos do mundo, transformando por completo toda a organização social existente». Certo é que em 1931, passou a integrar uma organização de intelectuais do PCP.
A fundação da Biblioteca Cosmos e da Universidade Popular Portuguesa foram também iniciativas suas, lembrou António Armando Costa. O orador não se esqueceu de lembrar a sua expulsão do ensino, a dura passagem pela prisão e a morte, de ataque cardíaco, em 1948 – situações que considerou estarem ligadas.
Lembrando a figura de intelectual e militante comunista, António Armando da Costa recordou a sua actividade científica e pedagógica no âmbito da Matemática e o seu esforço na divulgação do conhecimento. Foi também lembrada a sua contribuição teórica para o desenvolvimento do materialismo: a concepção materialista da Matemática e o papel do indivíduo, enquanto pertença do colectivo, no desenvolvimento da História.
No plano político, prático, o orador realçou que Bento de Jesus Caraça foi «um dos fundadores do Movimento da Unidade Nacional Antifascista (MUNAF), que, mais tarde, haveria de dar origens ao Movimento de Unidade Democrática (MUD) e distinguiu-se na sua acção em prol do Socorro Vermelho Internacional».Após recordar a infância pobre do destacado intelectual, António Armando da Costa afirmou que a sua entrada para o PCP não se encontra definida, mas lembrou que já em 1929, Bento de Jesus Caraça afirmou: «creio que a classe proletária está destinada a, num futuro mais ou menos próximo, tomar nas suas mãos a direcção dos destinos do mundo, transformando por completo toda a organização social existente». Certo é que em 1931, passou a integrar uma organização de intelectuais do PCP.
A fundação da Biblioteca Cosmos e da Universidade Popular Portuguesa foram também iniciativas suas, lembrou António Armando Costa. O orador não se esqueceu de lembrar a sua expulsão do ensino, a dura passagem pela prisão e a morte, de ataque cardíaco, em 1948 – situações que considerou estarem ligadas.