Quem quer fechar a central de Sines?
Com «perplexidade e preocupação», receberam os representantes dos trabalhadores a notícia de que um estudo do Ministério do Ambiente, divulgado dia 2, punha a hipótese de encerramento da central termoeléctrica de Sines - como referiu Egídio Fernandes à agência Lusa, em nome da Fiequimetal/CGTP-IN e da União dos Sindicatos de Sines.
«É curioso que apareça agora mais uma notícia relacionada com este assunto, quando o mesmo surgiu, há cerca de um mês, num boletim informativo interno da EDP e foi prontamente repudiado pelos trabalhadores da central», observam, por seu turno, a estrutura local da CGTP-IN, os sindicatos SIESI e Sinquifa, e as comissões de trabalhadores da EDP, da Petrogal e da Repsol. Numa nota de imprensa conjunta, declaram que «publicitar estas notícias é, no mínimo, um exercício pouco desavisado ou, no limite, pretenderá satisfazer encomendas para a liquidação deste activo importantíssimo» e que «não é razoável considerar nem afirmar que o País poderá estar dependente em exclusivo das energias ditas renováveis». «Será que à sombra dos ambientalistas se escondem interesses verdes, como as notas de cem euros» - interrogam, por fim.
Noutro comunicado, o Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas aponta o facto de as notícias sobre a central de Sines surgirem «envoltas sempre num agitar do fantasma da maior poluidora, afastando sempre, o que só pode resultar de intenção deliberada, os cerca de 400 milhões de euros em investimentos na área do ambiente e a certificação existente». Tais afirmações «lançam um clima de instabilidade em todos aqueles que ali têm o seu posto de trabalho» (150 dos quadros da EDP, 200 de empresas prestadoras de serviços e mais 300 a 400 empregos indirectos), salienta o SIESI, avisando que «os interesses são muito mais profundos e giram à volta de gente que está muito longe de ter preocupações com os trabalhadores e seus direitos».
«É curioso que apareça agora mais uma notícia relacionada com este assunto, quando o mesmo surgiu, há cerca de um mês, num boletim informativo interno da EDP e foi prontamente repudiado pelos trabalhadores da central», observam, por seu turno, a estrutura local da CGTP-IN, os sindicatos SIESI e Sinquifa, e as comissões de trabalhadores da EDP, da Petrogal e da Repsol. Numa nota de imprensa conjunta, declaram que «publicitar estas notícias é, no mínimo, um exercício pouco desavisado ou, no limite, pretenderá satisfazer encomendas para a liquidação deste activo importantíssimo» e que «não é razoável considerar nem afirmar que o País poderá estar dependente em exclusivo das energias ditas renováveis». «Será que à sombra dos ambientalistas se escondem interesses verdes, como as notas de cem euros» - interrogam, por fim.
Noutro comunicado, o Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas aponta o facto de as notícias sobre a central de Sines surgirem «envoltas sempre num agitar do fantasma da maior poluidora, afastando sempre, o que só pode resultar de intenção deliberada, os cerca de 400 milhões de euros em investimentos na área do ambiente e a certificação existente». Tais afirmações «lançam um clima de instabilidade em todos aqueles que ali têm o seu posto de trabalho» (150 dos quadros da EDP, 200 de empresas prestadoras de serviços e mais 300 a 400 empregos indirectos), salienta o SIESI, avisando que «os interesses são muito mais profundos e giram à volta de gente que está muito longe de ter preocupações com os trabalhadores e seus direitos».