PS e PSD chumbam propostas do PCP
A maioria PS inviabilizou, conjuntamente com os votos contra do PSD, na semana transacta, um projecto de resolução onde o PCP preconizava uma estratégia de desenvolvimento para o distrito de Setúbal.
Resultado de uma aprofundada análise à realidade da região, incluindo o Alentejo Litoral, que envolveu as autarquias e associações de municípios, definido no projecto de resolução estava um conjunto coerente e integrado de objectivos e linhas de desenvolvimento estratégico sobre variadíssimas áreas, das acessibilidades e transportes à valorização territorial e ambiental, da construção e requalificação do parque escolar à qualificação profissional, do reforço da rede de cuidados de saúde à promoção da protecção social, do desenvolvimento do aparelho produtivo à valorização do potencial estuarino.
Como sublinhou no debate o deputado comunista Francisco Lopes, trata-se de «aproveitar as potencialidades da região», dando simultaneamente resposta à «fragilidade da estrutura económica, à degradação da situação social e à insuficiência de investimentos e de serviços públicos».
Nesse sentido, para os comunistas, tratava-se ainda de «enquadrar e aproveitar o impacte de importantes infra-estruturas», integradas na sua proposta, recusadas durante décadas por sucessivos governos, como sejam a implantação do novo aeroporto em Alcochete, a alta velocidade ferroviária, a ponte Chelas-Bareiro ou a plataforma logística do Poceirão.
Com esta rejeição do projecto comunista, como salienta a Direcção da Organização Regional de Setúbal (DORSA) em nota à imprensa, o PS «opta por uma visão caótica, subordinada à lógica das multinacionais e dos grandes grupos económicos e financeiros».
Uma opção que não serve a região nem o País, que só teriam a ganhar, pelo contrário, com a «visão global» defendida no diploma do PCP, onde, como salientou Francisco Lopes, são apontados os «problemas a resolver» e as «potencialidades a aproveitar», com a definição simultânea dos «grandes vectores estratégicos que permitam integrar pequenos e grandes projectos, investimento público e privado, nacional e estrangeiro, não contra (ou à margem), mas contribuindo para o desenvolvimento e a qualidade de vida da população, com o Estado a assumir as suas responsabilidades».
Resultado de uma aprofundada análise à realidade da região, incluindo o Alentejo Litoral, que envolveu as autarquias e associações de municípios, definido no projecto de resolução estava um conjunto coerente e integrado de objectivos e linhas de desenvolvimento estratégico sobre variadíssimas áreas, das acessibilidades e transportes à valorização territorial e ambiental, da construção e requalificação do parque escolar à qualificação profissional, do reforço da rede de cuidados de saúde à promoção da protecção social, do desenvolvimento do aparelho produtivo à valorização do potencial estuarino.
Como sublinhou no debate o deputado comunista Francisco Lopes, trata-se de «aproveitar as potencialidades da região», dando simultaneamente resposta à «fragilidade da estrutura económica, à degradação da situação social e à insuficiência de investimentos e de serviços públicos».
Nesse sentido, para os comunistas, tratava-se ainda de «enquadrar e aproveitar o impacte de importantes infra-estruturas», integradas na sua proposta, recusadas durante décadas por sucessivos governos, como sejam a implantação do novo aeroporto em Alcochete, a alta velocidade ferroviária, a ponte Chelas-Bareiro ou a plataforma logística do Poceirão.
Com esta rejeição do projecto comunista, como salienta a Direcção da Organização Regional de Setúbal (DORSA) em nota à imprensa, o PS «opta por uma visão caótica, subordinada à lógica das multinacionais e dos grandes grupos económicos e financeiros».
Uma opção que não serve a região nem o País, que só teriam a ganhar, pelo contrário, com a «visão global» defendida no diploma do PCP, onde, como salientou Francisco Lopes, são apontados os «problemas a resolver» e as «potencialidades a aproveitar», com a definição simultânea dos «grandes vectores estratégicos que permitam integrar pequenos e grandes projectos, investimento público e privado, nacional e estrangeiro, não contra (ou à margem), mas contribuindo para o desenvolvimento e a qualidade de vida da população, com o Estado a assumir as suas responsabilidades».