Fecho de portas agrava desemprego
Foi mais uma empresa têxtil que fechou as portas, lançando, desta feita, cem trabalhadores no desemprego. Chama-se Josim e tinha duas unidades a laborar em Ronfe e Vila Nova de Sande, concelho de Guimarães. Encerrou no fim de Maio, com o argumento, segundo a administração, da falta de encomendas. Razões que não colhem junto dos trabalhadores, que não as aceitam nem reconhecem, uma vez que não havia salários em atraso nem falta de trabalho.
Este é mais um caso que vem agravar a «já dramática situação de desemprego no Vale do Ave», o que motivou diligências do deputado comunista Agostinho Lopes junto do Ministério da Economia e Inovação no sentido de saber quais as razões que justificaram o encerramento e qual a avaliação que é feita sobre a situação económica e financeira daquela empresa de cobertores e têxtil-lar.
«Que medidas estão tomadas para garantir todos os direitos dos trabalhadores, inclusive as indemnizações por anos de trabalho», pergunta o deputado do PCP no requerimento dirigido ao Ministério tutelado por Manuel Pinho, onde inquire ainda sobre as iniciativas já tomadas ou discutidas com os trabalhadores para a sua rápida integração numa actividade profissional.
Desemprego alastra
A motivar a preocupação do Grupo Parlamentar do PCP está também a situação dos 23 trabalhadores da empresa Joaquim Fernando da Silva Monteiro, sediada em Couteiro, freguesia de Lomar, Braga, lançados no desemprego depois de esta ter cessado a sua laboração no início do mês de Junho.
«O contínuo encerramento de empresas no distrito de Braga agrava o já elevado nível de desempregados na região e ajuda a desenvolver um ambiente económico e social recessivo», refere Agostinho Lopes em outro requerimento que fez chegar ao ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, a quem pergunta sobre as medidas que este tem em curso no sentido de garantir os direitos dos trabalhadores.
O deputado comunista critica o Governo por negar a grave situação vivida naquele distrito e por assumir uma «posição de optimismo balofo sobre as perspectivas económicas do País, sem tomar as medidas de política económica e social necessárias para responder à grave situação que o tecido económico regional enfrenta».
Este é mais um caso que vem agravar a «já dramática situação de desemprego no Vale do Ave», o que motivou diligências do deputado comunista Agostinho Lopes junto do Ministério da Economia e Inovação no sentido de saber quais as razões que justificaram o encerramento e qual a avaliação que é feita sobre a situação económica e financeira daquela empresa de cobertores e têxtil-lar.
«Que medidas estão tomadas para garantir todos os direitos dos trabalhadores, inclusive as indemnizações por anos de trabalho», pergunta o deputado do PCP no requerimento dirigido ao Ministério tutelado por Manuel Pinho, onde inquire ainda sobre as iniciativas já tomadas ou discutidas com os trabalhadores para a sua rápida integração numa actividade profissional.
Desemprego alastra
A motivar a preocupação do Grupo Parlamentar do PCP está também a situação dos 23 trabalhadores da empresa Joaquim Fernando da Silva Monteiro, sediada em Couteiro, freguesia de Lomar, Braga, lançados no desemprego depois de esta ter cessado a sua laboração no início do mês de Junho.
«O contínuo encerramento de empresas no distrito de Braga agrava o já elevado nível de desempregados na região e ajuda a desenvolver um ambiente económico e social recessivo», refere Agostinho Lopes em outro requerimento que fez chegar ao ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, a quem pergunta sobre as medidas que este tem em curso no sentido de garantir os direitos dos trabalhadores.
O deputado comunista critica o Governo por negar a grave situação vivida naquele distrito e por assumir uma «posição de optimismo balofo sobre as perspectivas económicas do País, sem tomar as medidas de política económica e social necessárias para responder à grave situação que o tecido económico regional enfrenta».