Povo chamado a intervir
O Partido Comunista do Nepal (maoista) abandonou as negociações que mantinha com o Partido do Congresso Nepalês com vista à formação do novo governo e entrada em funções de outros órgãos de soberania do Estado, por considerar que aquela força política atrasa deliberadamente a conclusão dos trabalhos e a tomada de posse do primeiro executivo de um regime republicano no país.
A reunião de domingo foi para os comunistas a gota de água, uma vez que na conferência foi impossível alcançar um consenso sobre a estrutura do Conselho de Segurança e a fusão do Exército Nepalês com a guerrilha.
Em causa está a proposta do PCN(m) de liderar sozinho o Conselho de Segurança - uma vez que é o vencedor das eleições com maioria -, e a integração dos ex-guerrilheiros em condições de igualdade relativamente aos restantes soldados e oficiais nas futuras forças armadas, condições sobre as quais o Partido do Congresso Nepalês levanta novas reservas a cada encontro, acusa o PCN(m).
Os comunistas decidiram, assim, romper o diálogo e convocar as massas populares para grandes acções de exigência de um novo governo, legitimado, aliás, pelo voto nas recentes eleições no país.
A reunião de domingo foi para os comunistas a gota de água, uma vez que na conferência foi impossível alcançar um consenso sobre a estrutura do Conselho de Segurança e a fusão do Exército Nepalês com a guerrilha.
Em causa está a proposta do PCN(m) de liderar sozinho o Conselho de Segurança - uma vez que é o vencedor das eleições com maioria -, e a integração dos ex-guerrilheiros em condições de igualdade relativamente aos restantes soldados e oficiais nas futuras forças armadas, condições sobre as quais o Partido do Congresso Nepalês levanta novas reservas a cada encontro, acusa o PCN(m).
Os comunistas decidiram, assim, romper o diálogo e convocar as massas populares para grandes acções de exigência de um novo governo, legitimado, aliás, pelo voto nas recentes eleições no país.