Manifestação contra o desemprego
Foram muitas as bandeiras vermelhas do PCP que, no passado sábado, foram agitadas pelas ruas de Santo Tirso numa manifestação convocada pela Comissão Concelhia local, e que reuniu mais de três centenas de pessoas. «Contra o desemprego, a pobreza e a exclusão social, pelo futuro do concelho» foi o mote que levou à realização desta manifestação num concelho que atravessa graves problemas sociais.
Entre os presentes, encontravam-se antigos trabalhadores de diversas empresas que têm encerrado nos últimos anos naquela região, atirando para o desemprego milhares de pessoas.
Antes do início da manifestação, em comício no parque D. Maria II, Ilda Figueiredo, deputada do PCP no Parlamento Europeu, dirigiu-se aos manifestantes, realçando as dificuldades da intervenção do Partido naquela instituição. Em seguida, alertou para a ofensiva neoliberal que está em curso em toda a Europa. Ilda Figueiredo congratulou-se pelo resultado do referendo na Irlanda, considerando que «o Não irlandês ao tratado de Lisboa é também o de muitos milhões de cidadãos europeus que não se revêem no rumo que lhes tentam impor sem que para tal estes sejam consultados».
Jaime Toga, da Comissão Concelhia de Santo Tirso do PCP, aludiu à elevada taxa de desemprego na região, «que atinge cerca de 20 por cento da população activa», referindo-se também ao abandono a que o Governo tem condenando aquela população. Em sua opinião, é inequívoco que o «investimento do Governo PS em Santo Tirso previsto para o ano de 2008 é 20 vezes menor do que o do ano de 2003». O dirigente regional do Partido relembrou também os encerramentos de serviços como finanças, urgências nocturnas, maternidade e o posto de atendimento da EDP em Santo Tirso.
Os manifestantes seguiram então pelas ruas de Santo Tirso, entoando palavras de ordem a exigir justiça social e respeito pelos trabalhadores e populações. Dirigiram-se ao edifício da Câmara Municipal onde foi lida e aprovada uma moção para entregar ao executivo da autarquia. Após a leitura e aprovação desta moção, José Alberto Ribeiro, da Comissão Concelhia de Santo Tirso do PCP, reafirmou que «o PCP se manterá sempre ao lado dos trabalhadores e das populações na sua luta pela melhoria das condições de vida e pela erradicação da injustiça e da exclusão social».
Entre os presentes, encontravam-se antigos trabalhadores de diversas empresas que têm encerrado nos últimos anos naquela região, atirando para o desemprego milhares de pessoas.
Antes do início da manifestação, em comício no parque D. Maria II, Ilda Figueiredo, deputada do PCP no Parlamento Europeu, dirigiu-se aos manifestantes, realçando as dificuldades da intervenção do Partido naquela instituição. Em seguida, alertou para a ofensiva neoliberal que está em curso em toda a Europa. Ilda Figueiredo congratulou-se pelo resultado do referendo na Irlanda, considerando que «o Não irlandês ao tratado de Lisboa é também o de muitos milhões de cidadãos europeus que não se revêem no rumo que lhes tentam impor sem que para tal estes sejam consultados».
Jaime Toga, da Comissão Concelhia de Santo Tirso do PCP, aludiu à elevada taxa de desemprego na região, «que atinge cerca de 20 por cento da população activa», referindo-se também ao abandono a que o Governo tem condenando aquela população. Em sua opinião, é inequívoco que o «investimento do Governo PS em Santo Tirso previsto para o ano de 2008 é 20 vezes menor do que o do ano de 2003». O dirigente regional do Partido relembrou também os encerramentos de serviços como finanças, urgências nocturnas, maternidade e o posto de atendimento da EDP em Santo Tirso.
Os manifestantes seguiram então pelas ruas de Santo Tirso, entoando palavras de ordem a exigir justiça social e respeito pelos trabalhadores e populações. Dirigiram-se ao edifício da Câmara Municipal onde foi lida e aprovada uma moção para entregar ao executivo da autarquia. Após a leitura e aprovação desta moção, José Alberto Ribeiro, da Comissão Concelhia de Santo Tirso do PCP, reafirmou que «o PCP se manterá sempre ao lado dos trabalhadores e das populações na sua luta pela melhoria das condições de vida e pela erradicação da injustiça e da exclusão social».