Defender a condição militar
Mais de cinco centenas de militares voltaram a sair à rua numa «jornada em defesa da condição militar».
Respondendo ao apelo da Associação Nacional de Sargentos e da Associação de Praças da Armada, os militares desfilaram no dia 4, entre o Largo de Camões e a Assembleia da República.
Empunhando bandeiras daquelas associações profissionais, os sargentos e praças cumpriram o trajecto num desfile destinado a «dar visibilidade» às razões do descontentamento dos militares, nomeadamente o pagamento da dívida de «mil milhões de euros» do fundo de pensões e do Complemento de Reforma, e o cumprimento de «dezenas de leis em falta». Também exigiram o arquivamento dos 50 processos disciplinares aplicados a membros das associações por desenvolverem trabalho associativo, e o desbloqueamento das suas progressões na carreira.
Respondendo ao apelo da Associação Nacional de Sargentos e da Associação de Praças da Armada, os militares desfilaram no dia 4, entre o Largo de Camões e a Assembleia da República.
Empunhando bandeiras daquelas associações profissionais, os sargentos e praças cumpriram o trajecto num desfile destinado a «dar visibilidade» às razões do descontentamento dos militares, nomeadamente o pagamento da dívida de «mil milhões de euros» do fundo de pensões e do Complemento de Reforma, e o cumprimento de «dezenas de leis em falta». Também exigiram o arquivamento dos 50 processos disciplinares aplicados a membros das associações por desenvolverem trabalho associativo, e o desbloqueamento das suas progressões na carreira.