Governo não se opôs às 65 horas
O PCP considera muito preocupantes as decisões tomadas pelo Conselho para o Emprego e Política Social, na madrugada de 10 de Junho, e lamenta o facto de o Governo português, uma vez mais, não se ter oposto (ficando pela abstenção) a uma proposta que vem ao encontro do seu projecto retrógrado de alteração da legislação laboral.
Em nota divulgada ontem, o Gabinete de Imprensa do Partido aponta como particularmente grave a decisão que visa fragilizar os direitos laborais, em matéria de organização e tempo de trabalho, abrindo caminho ao prolongamento da jornada de trabalho até 65 horas semanais, à desregulamentação do tempo de trabalho e a uma nova desvalorização salarial, por via do conceito de «tempo inactivo».
O Conselho cede, assim, às pressões do grande patronato europeu e prossegue o ataque a direitos e conquistas dos trabalhadores, acusa o PCP, reafirmando que irá lutar contra tais propostas, desde já e no debate no PE.
Em nota divulgada ontem, o Gabinete de Imprensa do Partido aponta como particularmente grave a decisão que visa fragilizar os direitos laborais, em matéria de organização e tempo de trabalho, abrindo caminho ao prolongamento da jornada de trabalho até 65 horas semanais, à desregulamentação do tempo de trabalho e a uma nova desvalorização salarial, por via do conceito de «tempo inactivo».
O Conselho cede, assim, às pressões do grande patronato europeu e prossegue o ataque a direitos e conquistas dos trabalhadores, acusa o PCP, reafirmando que irá lutar contra tais propostas, desde já e no debate no PE.