Cuba aumenta reformas e pensões
O governo cubano decidiu aumentar significativamente as reformas e pensões, decisão que traduz a orientação aprovada recentemente de elevar os rendimentos dos trabalhadores, reformados e pensionistas, sobretudo os que apresentam mais baixos recursos.
Os acréscimos vão ser em média de 20 por cento
A medida que fez domingo passado a manchete do diário Juventude Rebelde, beneficia directamente os mais de 2 milhões 154 mil cubanos abrangidos pelo sistema nacional de previdência e assistência social do país.
Em média, os rendimentos dos que «dedicaram grande parte da sua vida ao trabalho criador», como refere a nota oficial publicada no jornal, vai subir 20 por cento.
Na prática, a reforma mínima fixa-se em 200 pesos, ao passo que as reformas situadas entre 202 e 360 pesos passam para 242 e 400 pesos, respectivamente. Este último valor passará a ser igualmente auferido pelos que até agora recebiam entre 361 e 399 pesos.
Quanto aos abrangidos pelas prestações sociais, vão receber mais 25 pesos por cada membro do núcleo familiar, pelo que a pensão mínima neste segmento da população passa a ser de 147 pesos por pessoa afecta.
Fixar prioridades
Frontal, o comunicado do governo de Cuba não esconde ao povo ser impossível generalizar os aumentos dos salários dos trabalhadores. Pelo contrário, explica que o país não tem neste momento condições de elevar as condições de vida da população exclusivamente por via do aumento dos rendimentos laborais. Os que vão ocorrer, sublinha o executivo de Havana, têm em consideração as camadas e sectores sociais considerados prioritários.
Acresce que os beneficiários dos aumentos vão contribuir com 5 por cento para a segurança social com o objectivo de garantir a capacidade de resposta do sistema.
Por outro lado, o governo cubano reforça os apelos à população e aos trabalhadores para que cumpram e se empenhem no aumento da capacidade produtiva dos sectores em que se integram e na melhoria da eficiência do trabalho.
Educação reconhecida
Noutro plano, o representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em Cuba, Herman van-Hooff, apresentou, a meio da semana passada, o relatório anual que compara o sistema de educação de vários países.
Segundo o documento, Cuba continua entre os que melhor garante aos cidadãos o acesso a este importante direito social, fixando-se, uma vez mais, como o primeiro entre as nações da América Latina a este respeito.
A UNESCO pretende que as nações invistam mais na educação fixando para isso metas concretas que devem ser cumpridas até 2015.
Recorde-se que em Cuba a Educação é gratuita a todos os níveis, desde o básico ao superior, e que o país apresenta o mais elevado número de professores por habitante.
Em média, os rendimentos dos que «dedicaram grande parte da sua vida ao trabalho criador», como refere a nota oficial publicada no jornal, vai subir 20 por cento.
Na prática, a reforma mínima fixa-se em 200 pesos, ao passo que as reformas situadas entre 202 e 360 pesos passam para 242 e 400 pesos, respectivamente. Este último valor passará a ser igualmente auferido pelos que até agora recebiam entre 361 e 399 pesos.
Quanto aos abrangidos pelas prestações sociais, vão receber mais 25 pesos por cada membro do núcleo familiar, pelo que a pensão mínima neste segmento da população passa a ser de 147 pesos por pessoa afecta.
Fixar prioridades
Frontal, o comunicado do governo de Cuba não esconde ao povo ser impossível generalizar os aumentos dos salários dos trabalhadores. Pelo contrário, explica que o país não tem neste momento condições de elevar as condições de vida da população exclusivamente por via do aumento dos rendimentos laborais. Os que vão ocorrer, sublinha o executivo de Havana, têm em consideração as camadas e sectores sociais considerados prioritários.
Acresce que os beneficiários dos aumentos vão contribuir com 5 por cento para a segurança social com o objectivo de garantir a capacidade de resposta do sistema.
Por outro lado, o governo cubano reforça os apelos à população e aos trabalhadores para que cumpram e se empenhem no aumento da capacidade produtiva dos sectores em que se integram e na melhoria da eficiência do trabalho.
Educação reconhecida
Noutro plano, o representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em Cuba, Herman van-Hooff, apresentou, a meio da semana passada, o relatório anual que compara o sistema de educação de vários países.
Segundo o documento, Cuba continua entre os que melhor garante aos cidadãos o acesso a este importante direito social, fixando-se, uma vez mais, como o primeiro entre as nações da América Latina a este respeito.
A UNESCO pretende que as nações invistam mais na educação fixando para isso metas concretas que devem ser cumpridas até 2015.
Recorde-se que em Cuba a Educação é gratuita a todos os níveis, desde o básico ao superior, e que o país apresenta o mais elevado número de professores por habitante.