Combater a exploração
Realizou-se, no dia 6, a 1.ª Assembleia da Organização do PCP na Somincor e Pirites Alentejanas. Estiveram presentes Miguel Madeira, responsável pela Organização Regional de Beja, e Carolina Medeiros, do Comité Central.
A precariedade aumenta também no sector mineiro
Na assembleia, foi feita uma análise ao sector mineiro e à situação social dos trabalhadores destas empresas. A definição de orientações que contribuam para o reforço do Partido e ligação aos trabalhadores esteve no centro das preocupações dos comunistas.
A 1.ª Assembleia da organização do Partido nestas duas empresas do sector mineiro aprovou uma resolução política onde é feita uma caracterização da situação e definidas algumas orientações centrais. Na Pirites Alentejanas, em Aljustrel, trabalham cerca de 400 trabalhadores, quase todos ligados à Epos, com vínculos precários, nomeadamente os chamados «recibos verdes».
A resolução salienta também a acção das estruturas representativas dos trabalhadores e do próprio Partido no questionar a Administração da empresa acerca das condições em que o Estado e a Eurozinc acordaram na exploração do minério. Bem como as condições em que a mesma multinacional entrou em toda a faixa piritosa e qual o seu termo.
Foi por intermédio do Governo, mais propriamente do Ministério da Economia, que após muita pressão responderam ao PCP nada poderem dizer pois trata-se de um «sigilo assumido» por ambas as partes, denunciou-se na assembleia.
Os comunistas realçam ainda que na Pirites Alentejanas se estão a impor horários de 10 horas por turno, com pagamentos mensais na ordem dos 500 euros. Tudo isto é acompanhado por processos de intimidação dos trabalhadores. Toda esta situação, releva o PCP, leva a que as estruturas dos trabalhadores tenham assumido um papel activo na empresa.
A Somincor emprega 800 pessoas, dos quais 300 subcontratados à mesma Epos e 200 a outras empresas.
No que se refere ao reforço do Partido, a assembleia definiu como linhas fundamentais a difusão e venda do Avante!, o levantamento de potenciais trabalhadores a recrutar para o Partido, o enquadramento do militantes na estrutura partidária e a aposta na promoção da formação ideológica.
No final, Miguel Madeira focou vários aspectos relacionados com a situação política e social do País e as tarefas que se colocam actualmente ao Partido, com destaque para o reforço da luta e a preparação do XVIII Congresso.
A 1.ª Assembleia da organização do Partido nestas duas empresas do sector mineiro aprovou uma resolução política onde é feita uma caracterização da situação e definidas algumas orientações centrais. Na Pirites Alentejanas, em Aljustrel, trabalham cerca de 400 trabalhadores, quase todos ligados à Epos, com vínculos precários, nomeadamente os chamados «recibos verdes».
A resolução salienta também a acção das estruturas representativas dos trabalhadores e do próprio Partido no questionar a Administração da empresa acerca das condições em que o Estado e a Eurozinc acordaram na exploração do minério. Bem como as condições em que a mesma multinacional entrou em toda a faixa piritosa e qual o seu termo.
Foi por intermédio do Governo, mais propriamente do Ministério da Economia, que após muita pressão responderam ao PCP nada poderem dizer pois trata-se de um «sigilo assumido» por ambas as partes, denunciou-se na assembleia.
Os comunistas realçam ainda que na Pirites Alentejanas se estão a impor horários de 10 horas por turno, com pagamentos mensais na ordem dos 500 euros. Tudo isto é acompanhado por processos de intimidação dos trabalhadores. Toda esta situação, releva o PCP, leva a que as estruturas dos trabalhadores tenham assumido um papel activo na empresa.
A Somincor emprega 800 pessoas, dos quais 300 subcontratados à mesma Epos e 200 a outras empresas.
No que se refere ao reforço do Partido, a assembleia definiu como linhas fundamentais a difusão e venda do Avante!, o levantamento de potenciais trabalhadores a recrutar para o Partido, o enquadramento do militantes na estrutura partidária e a aposta na promoção da formação ideológica.
No final, Miguel Madeira focou vários aspectos relacionados com a situação política e social do País e as tarefas que se colocam actualmente ao Partido, com destaque para o reforço da luta e a preparação do XVIII Congresso.