Solidariedade com trabalhador processado
O Executivo da Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP está solidária com o trabalhador dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento do concelho de Loures que se encontra com um processo disciplinar por se ter recusado a desrespeitar a greve na empresa Valorsul.
Os comunistas consideram que o levantamento deste processo a um único trabalhador – quando tantos outros trabalhadores dos municípios de Loures, Lisboa, Amadora e Vila Franca de Xira no decorrer dos dias de greve da Valorsul mantiveram a mesma postura digna – «constitui um vergonhoso acto de tentativa de punição que visa a instauração de um clima de medo e uma deplorável e falhada expectativa de quebrar os elos de solidariedade entre trabalhadores».
O Executivo da DORL salienta ainda que o Governo do PS, após ter saído derrotado naquela greve, «serve-se agora da autarquia de Loures para procurar vingar a sua derrota». Na sequência desta greve, o Governo usou de todos os meios, «incluindo a repressão das forças de segurança, procurando obrigar à cedência dos trabalhador da Valorsul que defendiam que defendiam à negociação colectiva e à aplicação do Acordo de Empresa».
Para o PCP, os trabalhadores dos diferentes municípios que «naqueles dias optaram por não entrar nas instalações de uma empresa cujos trabalhadores estavam em greve respeitaram a Lei da Greve e o espírito da Constituição», afirma o PCP, que manifestou, na ocasião, a «total solidariedade para com os trabalhador sobre o qual recai o processo disciplinar», exigindo o seu arquivamento.
Os comunistas consideram que o levantamento deste processo a um único trabalhador – quando tantos outros trabalhadores dos municípios de Loures, Lisboa, Amadora e Vila Franca de Xira no decorrer dos dias de greve da Valorsul mantiveram a mesma postura digna – «constitui um vergonhoso acto de tentativa de punição que visa a instauração de um clima de medo e uma deplorável e falhada expectativa de quebrar os elos de solidariedade entre trabalhadores».
O Executivo da DORL salienta ainda que o Governo do PS, após ter saído derrotado naquela greve, «serve-se agora da autarquia de Loures para procurar vingar a sua derrota». Na sequência desta greve, o Governo usou de todos os meios, «incluindo a repressão das forças de segurança, procurando obrigar à cedência dos trabalhador da Valorsul que defendiam que defendiam à negociação colectiva e à aplicação do Acordo de Empresa».
Para o PCP, os trabalhadores dos diferentes municípios que «naqueles dias optaram por não entrar nas instalações de uma empresa cujos trabalhadores estavam em greve respeitaram a Lei da Greve e o espírito da Constituição», afirma o PCP, que manifestou, na ocasião, a «total solidariedade para com os trabalhador sobre o qual recai o processo disciplinar», exigindo o seu arquivamento.