Sines aposta no desenvolvimento
O município de Sines vai investir 20 milhões de euros nos próximos quatro anos em projectos para o concelho, como um complexo desportivo, a qualificação da marginal e a ligação da cidade à frente marítima.
Estes projectos valorizam muito a envolvente da cidade
«São projectos estruturantes, fundamentais para a afirmação da nossa cidade, que vamos tentar candidatar ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN)», afirmou, na passada semana, o presidente do município, Manuel Coelho, em declarações à Lusa.
O leque de projectos consta das Grandes Opções do Plano 2008-2011, período em que a autarquia comunista prevê investir cerca de 20 milhões, embora possam ser ainda concretizadas parcerias público-privadas.
Do rol de projectos, o eleito do PCP destacou a construção de um complexo desportivo à entrada de Sines, numa área de 20 hectares, com espaços cobertos (pavilhão multiusos) e descobertos para a prática de modalidades como basquetebol, andebol, voleibol, ginástica, futsal, hóquei, entre outras.
«Queremos fazer uma instalação moderna que resolva os problemas actuais do desporto em Sines, dado que o nosso pavilhão municipal está ultrapassado, tem dimensões reduzidas e não permite desenvolver algumas modalidades», sustentou.
A nova estrutura deverá incluir dois campos de futebol (um de relvado sintético e outro de relva natural), duas pistas para atletismo, um espaço para desportos radicais e espaços de lazer.
Outro projecto «emblemático» para Sines é a qualificação da Avenida Vasco da Gama (marginal), que será transformada num espaço dedicado à restauração, bares, actividades de lazer e culturais, contando para isso com a alteração do pavimento e consolidação da falésia.
Aliada a esta obra, será criada um ciclovia entre a Avenida da Praia e a Ribeira dos Moinhos, no lado oposto da cidade, onde será ainda implantado um ecoparque.
Valorizar o concelho
A via rápida entre o porto e a entrada de Sines será também transformada numa avenida marginal, com iluminação pública, bolsas de estacionamento e ligação à falésia, completando um conjunto de projectos que tem em vista a ligação da cidade à frente marítima.
«Estes projectos valorizam muito a envolvente da cidade, transformam a Avenida num centro de actividades e de atractabilidade de pessoas, ligando a cidade à frente marítima», defendeu Manuel Coelho.
Já para este ano, a autarquia aposta na décima edição do Festival Músicas do Mundo, a construção e arranque do Sines Tecnopolo (Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica), conclusão da qualificação do Castelo e implantação da Casa Museu Vasco da Gama.
O orçamento do município para este ano apresenta um valor total de 48 milhões de euros, do qual uma grande fatia se destina ao pagamento de trabalhos já concluídos.
Para Porto Covo, estão previstas nos próximos anos obras como a qualificação da praça principal, requalificação de estradas, construção de um jardim público com campo de jogos, criação de um centro de dia e a instalação de um pavilhão multiusos para actividades desportivas e culturais.
Centro de Artes de Sines
«O 18 de Janeiro de 1934 - No País e em Sines»
As greves realizadas em Janeiro de 1934 pelo sindicalismo livre, no início do Estado Novo, são este mês recordadas no Centro de Artes de Sines, que evoca a paralisação maciça em que participou a localidade alentejana.
«O 18 de Janeiro de 1934 - No País e em Sines» é o título da exposição documental, inaugurada na data em que se assinalam 74 anos do acontecimento, pelas 19h00, no Arquivo Histórico Municipal, informou, entretanto, o município local.
Para uma conversa com o público, estarão presentes Aurélio Santos, coordenador da URAP - União de Resistentes Antifascistas Portugueses (organizadora da iniciativa), e o sineense Américo Leal, autor do livro «Testemunhos», em que relata os acontecimentos de Sines.
A mostra, patente até 3 de Março, evoca os protestos realizados por todo o país, motivados pela vigência das leis contra o sindicalismo livre.
O leque de projectos consta das Grandes Opções do Plano 2008-2011, período em que a autarquia comunista prevê investir cerca de 20 milhões, embora possam ser ainda concretizadas parcerias público-privadas.
Do rol de projectos, o eleito do PCP destacou a construção de um complexo desportivo à entrada de Sines, numa área de 20 hectares, com espaços cobertos (pavilhão multiusos) e descobertos para a prática de modalidades como basquetebol, andebol, voleibol, ginástica, futsal, hóquei, entre outras.
«Queremos fazer uma instalação moderna que resolva os problemas actuais do desporto em Sines, dado que o nosso pavilhão municipal está ultrapassado, tem dimensões reduzidas e não permite desenvolver algumas modalidades», sustentou.
A nova estrutura deverá incluir dois campos de futebol (um de relvado sintético e outro de relva natural), duas pistas para atletismo, um espaço para desportos radicais e espaços de lazer.
Outro projecto «emblemático» para Sines é a qualificação da Avenida Vasco da Gama (marginal), que será transformada num espaço dedicado à restauração, bares, actividades de lazer e culturais, contando para isso com a alteração do pavimento e consolidação da falésia.
Aliada a esta obra, será criada um ciclovia entre a Avenida da Praia e a Ribeira dos Moinhos, no lado oposto da cidade, onde será ainda implantado um ecoparque.
Valorizar o concelho
A via rápida entre o porto e a entrada de Sines será também transformada numa avenida marginal, com iluminação pública, bolsas de estacionamento e ligação à falésia, completando um conjunto de projectos que tem em vista a ligação da cidade à frente marítima.
«Estes projectos valorizam muito a envolvente da cidade, transformam a Avenida num centro de actividades e de atractabilidade de pessoas, ligando a cidade à frente marítima», defendeu Manuel Coelho.
Já para este ano, a autarquia aposta na décima edição do Festival Músicas do Mundo, a construção e arranque do Sines Tecnopolo (Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica), conclusão da qualificação do Castelo e implantação da Casa Museu Vasco da Gama.
O orçamento do município para este ano apresenta um valor total de 48 milhões de euros, do qual uma grande fatia se destina ao pagamento de trabalhos já concluídos.
Para Porto Covo, estão previstas nos próximos anos obras como a qualificação da praça principal, requalificação de estradas, construção de um jardim público com campo de jogos, criação de um centro de dia e a instalação de um pavilhão multiusos para actividades desportivas e culturais.
Centro de Artes de Sines
«O 18 de Janeiro de 1934 - No País e em Sines»
As greves realizadas em Janeiro de 1934 pelo sindicalismo livre, no início do Estado Novo, são este mês recordadas no Centro de Artes de Sines, que evoca a paralisação maciça em que participou a localidade alentejana.
«O 18 de Janeiro de 1934 - No País e em Sines» é o título da exposição documental, inaugurada na data em que se assinalam 74 anos do acontecimento, pelas 19h00, no Arquivo Histórico Municipal, informou, entretanto, o município local.
Para uma conversa com o público, estarão presentes Aurélio Santos, coordenador da URAP - União de Resistentes Antifascistas Portugueses (organizadora da iniciativa), e o sineense Américo Leal, autor do livro «Testemunhos», em que relata os acontecimentos de Sines.
A mostra, patente até 3 de Março, evoca os protestos realizados por todo o país, motivados pela vigência das leis contra o sindicalismo livre.