Líbano mantém impasse
O parlamento libanês adiou pela décima vez consecutiva a eleição do novo presidente da república, cargo sem titular desde que expirou o mandato de Emile Lahoud, no passado dia 23 de Novembro.
No próximo sábado, eleitos da oposição e partidários do governo liderado por Fouad Siniora deverão voltar a tentar nomear o chefe de Estado. O general Michel Suleiman, responsável das Forças Armadas do país, merece a confiança de ambos os sectores, mas em causa está também a partilha do poder legislativo, que o Hezbollah, principal força da oposição, pretende que seja de unidade nacional.
Sexta-feira, o presidente norte-americano, George W. Bush, comentou a protelação da nomeação de Michel Suleiman exortando o governo de Beirute a avançar unilateralmente, situação que, a suceder, pode mergulhar o Líbano num conflito semelhante à guerra civil da década de 80.
O Hezbollah não gostou da declaração de Bush e lembrou que o Líbano «não é o rancho» do presidente norte-americano, cujo único objectivo, acusaram ainda, é procurar ganhos políticos para Israel.
No próximo sábado, eleitos da oposição e partidários do governo liderado por Fouad Siniora deverão voltar a tentar nomear o chefe de Estado. O general Michel Suleiman, responsável das Forças Armadas do país, merece a confiança de ambos os sectores, mas em causa está também a partilha do poder legislativo, que o Hezbollah, principal força da oposição, pretende que seja de unidade nacional.
Sexta-feira, o presidente norte-americano, George W. Bush, comentou a protelação da nomeação de Michel Suleiman exortando o governo de Beirute a avançar unilateralmente, situação que, a suceder, pode mergulhar o Líbano num conflito semelhante à guerra civil da década de 80.
O Hezbollah não gostou da declaração de Bush e lembrou que o Líbano «não é o rancho» do presidente norte-americano, cujo único objectivo, acusaram ainda, é procurar ganhos políticos para Israel.