Murdoch reconhece «controlo editorial»
No âmbito de um inquérito parlamentar britânico, efectuado pela Câmara dos Lords, o magnata dos meios de comunicação americanos e ingleses, Rupert Murdoch, reconheceu exercer «controlo editorial» sobre os jornais tablóide (de conteúdo popular), tais como o The Sun e News of de World, mas afirma não interferir com a linha dos jornais de referência, como o Times ou o Sunday Times.
Este inquérito, publicado dia 23, foi realizado na sequência da aquisição, em Agosto, do Wall Street Journal pelo império de Murdoch, o News Corp, que é o segundo maior grupo de comunicação do mundo, que concentra 175 órgãos de imprensa escrita e televisiva nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.
Respondendo aos receios formulados sobre a independência do Wall Street Journal, Murdoch afirmou-se como «um proprietário tradicional que exerce controlo editorial sobre as grandes questões», designadamente sobre «qual o partido a apoiar em momentos eleitorais ou qual a linha política a seguir sobre a Europa».
Contudo, explica Murdoch, no que respeita aos jornais ditos de «referência», «a lei impede-o de dirigir os chefes de redacção. Por isso, ele nunca lhes diz: «Façam isto ou aquilo», mesmo se lhes pergunta com frequência: «O que é que estão a fazer?»
Este inquérito, publicado dia 23, foi realizado na sequência da aquisição, em Agosto, do Wall Street Journal pelo império de Murdoch, o News Corp, que é o segundo maior grupo de comunicação do mundo, que concentra 175 órgãos de imprensa escrita e televisiva nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.
Respondendo aos receios formulados sobre a independência do Wall Street Journal, Murdoch afirmou-se como «um proprietário tradicional que exerce controlo editorial sobre as grandes questões», designadamente sobre «qual o partido a apoiar em momentos eleitorais ou qual a linha política a seguir sobre a Europa».
Contudo, explica Murdoch, no que respeita aos jornais ditos de «referência», «a lei impede-o de dirigir os chefes de redacção. Por isso, ele nunca lhes diz: «Façam isto ou aquilo», mesmo se lhes pergunta com frequência: «O que é que estão a fazer?»