Violação dos direitos e liberdades
No passado dia 11 de Outubro, estudantes do ensino secundário manifestaram-se no Porto por «uma educação pública, gratuita e de qualidade».
Na altura, vários relatos, veiculados inclusive pela comunicação social, deram nota de situações de limitação ao exercício de direitos. Em Vila Nova de Gaia, por exemplo, os estudantes terão sido abordados por agentes da PSP para que se identificassem, para que não prosseguissem a manifestação sob pena de estarem a obstruir a via pública, e para que não carregassem quaisquer faixa senão «não saíam dali».
Já em Valongo, agentes das forças policiais arrancaram as faixas das mãos dos alunos, identificaram-nos e persuadiram-nos a entrar nas escolas. No Porto a PSP tentou impedir a realização do desfile dos estudantes até à Direcção Regional de Educação do Norte.
«Em várias situações, marcadas por um aparato policial desproporcionado, encontravam-se carrinhas do corpo de intervenção, assim como dezenas de polícias perante estudantes com idades, na sua maioria, compreendidas entre os 14 e os 16 anos», informa, em nota de imprensa, a Organização Regional do Porto da JCP, repudiando «a crescente acção intimidatória e repressiva deste Governo».
Estes factos, «inaceitáveis num Estado de direito», levaram Jorge Machado e Miguel Tiago, deputados do PCP na Assembleia da República, a perguntar aos ministérios da Administração Interna e Educação as razões deste procedimento.
Na altura, vários relatos, veiculados inclusive pela comunicação social, deram nota de situações de limitação ao exercício de direitos. Em Vila Nova de Gaia, por exemplo, os estudantes terão sido abordados por agentes da PSP para que se identificassem, para que não prosseguissem a manifestação sob pena de estarem a obstruir a via pública, e para que não carregassem quaisquer faixa senão «não saíam dali».
Já em Valongo, agentes das forças policiais arrancaram as faixas das mãos dos alunos, identificaram-nos e persuadiram-nos a entrar nas escolas. No Porto a PSP tentou impedir a realização do desfile dos estudantes até à Direcção Regional de Educação do Norte.
«Em várias situações, marcadas por um aparato policial desproporcionado, encontravam-se carrinhas do corpo de intervenção, assim como dezenas de polícias perante estudantes com idades, na sua maioria, compreendidas entre os 14 e os 16 anos», informa, em nota de imprensa, a Organização Regional do Porto da JCP, repudiando «a crescente acção intimidatória e repressiva deste Governo».
Estes factos, «inaceitáveis num Estado de direito», levaram Jorge Machado e Miguel Tiago, deputados do PCP na Assembleia da República, a perguntar aos ministérios da Administração Interna e Educação as razões deste procedimento.