Dois mil contra o abandono e insucesso escolar
Mais de dois mil alunos do ensino secundário e básico da região de Setúbal manifestaram-se, dia 7 de Novembro, contra as políticas praticadas pelo Governo PS para a área da educação.
Um dia de grande demonstração da consciência
No Seixal, a concentração, que se realizou no Parque Urbano das Paivas, contou com centenas de alunos das escolas secundárias do concelho - José Afonso, José Cargaleiro, Alfredo dos Reis Silveira e da Amora.
A principal bandeira do protesto foi a luta contra o abandono e insucesso escolar, uma medida que, de acordo com um dos estudantes, Mário Borges, «não poderá ser combatida se permitirem que os alunos faltem às aulas e recuperem a sua nota através de um mero exame».
Para o aluno da escola secundária José Afonso, o recuo da ministra da Educação em relação à medida «prova que esta não era a solução para motivar os alunos a irem às aulas e participarem na comunidade e vida educativa».
A luta contra os custos do ensino, os exames nacionais, a organização das aulas de substituição, as turmas sobrelotadas e as más condições das escolas do concelho foram outros pontos focados durante o protesto.
A iniciativa contou também com a presença da vereadora da Educação da Câmara Municipal do Seixal, Paula Santos, que manifestou a sua «solidariedade e apoio na luta por uma efectiva igualdade de oportunidades».
«Estes são os motivos com os quais nós e até os professores da comunidade educativa nos solidarizamos, visto que estamos todos preocupados com o estado da educação, dos equipamentos e materiais das escolas», referiu Paula Santos.
A articulação com o Governo tem sido «uma constante», na tentativa de a autarquia conseguir «um ensino realmente público, gratuito e de qualidade para o concelho do Seixal».
A presença da vereadora da Educação no local motivou «ainda mais» os alunos presentes à continuação destas iniciativas «de defesa dos direitos dos estudantes», que esperam, assim, apoio institucional na possível deslocação a Lisboa ainda durante este mês.
No mesmo dia realizaram-se ainda acções de luta em Almada e em Setúbal. Em nota de imprensa, a JCP sublinhou que este «foi um dia de grande demonstração da consciência e mostrou claramente que os estudantes estão descontentes com estas medidas aplicadas pelo Governo PS».
A principal bandeira do protesto foi a luta contra o abandono e insucesso escolar, uma medida que, de acordo com um dos estudantes, Mário Borges, «não poderá ser combatida se permitirem que os alunos faltem às aulas e recuperem a sua nota através de um mero exame».
Para o aluno da escola secundária José Afonso, o recuo da ministra da Educação em relação à medida «prova que esta não era a solução para motivar os alunos a irem às aulas e participarem na comunidade e vida educativa».
A luta contra os custos do ensino, os exames nacionais, a organização das aulas de substituição, as turmas sobrelotadas e as más condições das escolas do concelho foram outros pontos focados durante o protesto.
A iniciativa contou também com a presença da vereadora da Educação da Câmara Municipal do Seixal, Paula Santos, que manifestou a sua «solidariedade e apoio na luta por uma efectiva igualdade de oportunidades».
«Estes são os motivos com os quais nós e até os professores da comunidade educativa nos solidarizamos, visto que estamos todos preocupados com o estado da educação, dos equipamentos e materiais das escolas», referiu Paula Santos.
A articulação com o Governo tem sido «uma constante», na tentativa de a autarquia conseguir «um ensino realmente público, gratuito e de qualidade para o concelho do Seixal».
A presença da vereadora da Educação no local motivou «ainda mais» os alunos presentes à continuação destas iniciativas «de defesa dos direitos dos estudantes», que esperam, assim, apoio institucional na possível deslocação a Lisboa ainda durante este mês.
No mesmo dia realizaram-se ainda acções de luta em Almada e em Setúbal. Em nota de imprensa, a JCP sublinhou que este «foi um dia de grande demonstração da consciência e mostrou claramente que os estudantes estão descontentes com estas medidas aplicadas pelo Governo PS».