Aplauso oficial à provocação
O presidente da ATP (associação patronal da indústria têxtil e de vestuário) foi ao 9.º Fórum do sector manifestar preocupações face à hipótese de o salário mínimo nacional (aquilo que é pago à grande maioria das operárias e dos operários) atingir em 2008 o valor reivindicado pela CGTP-IN, passando de 403,00 para 426,50 euros.
As afirmações de Paulo Nunes de Almeida, produzidas dia 23 em Vila Nova de Famalicão, foram consideradas provocatórias pela União dos Sindicatos de Braga. Em nota à comunicação social, a USB/CGTP-IN protesta contra aquelas «preocupações» do patrão, que se tornam ainda mais graves por virem acompanhadas de exigências, como o fim do subsídio de férias e do 13.º mês, classificando-as como «uma ofensa e uma provocação às famílias e aos trabalhadores mais pobres do distrito».
«Lamentável é também que o ministro da Economia, Manuel Pinho, e o adjunto do governador civil, José Lopes, tenham presenteado com palmas e abraços um discurso com estes conteúdos», critica a USB, recordando que «as exportações têxteis cresceram 4,1 por cento e diversas médias e grandes empresas tiveram, mais uma vez, milhões de euros de lucro».
As afirmações de Paulo Nunes de Almeida, produzidas dia 23 em Vila Nova de Famalicão, foram consideradas provocatórias pela União dos Sindicatos de Braga. Em nota à comunicação social, a USB/CGTP-IN protesta contra aquelas «preocupações» do patrão, que se tornam ainda mais graves por virem acompanhadas de exigências, como o fim do subsídio de férias e do 13.º mês, classificando-as como «uma ofensa e uma provocação às famílias e aos trabalhadores mais pobres do distrito».
«Lamentável é também que o ministro da Economia, Manuel Pinho, e o adjunto do governador civil, José Lopes, tenham presenteado com palmas e abraços um discurso com estes conteúdos», critica a USB, recordando que «as exportações têxteis cresceram 4,1 por cento e diversas médias e grandes empresas tiveram, mais uma vez, milhões de euros de lucro».