Sintaf apela à unidade
O Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira apelou «à unidade na acção entre os trabalhadores» do BPI e do Millennium BCP, numa nota à imprensa, reagindo ao anúncio da intenção de fusão dos dois bancos.
«Perante a possibilidade de se concretizar esta fusão, lesiva do interesse nacional e que iria tornar ainda mais difícil a vida dos trabalhadores, das famílias e da pequenas e médias empresas», a direcção central do Sintaf afirma que «acompanha com preocupação e com muita atenção a evolução da situação». Realçando que estão em causa «duas empresas que englobam, no total, mais de 17 mil trabalhadores», considera «ofensivo que esta não contenha qualquer preocupação» relativamente aos funcionários. «Avançando para a divisão pormenorizada do poder entre os accionistas e os administradores, a proposta remete os trabalhadores para a condição de objectos, que se jogarão conforme os interesses dessa divisão do poder», protesta-se no comunicado, divulgado no sábado, dia 27.
Aos trabalhadores, o Sintaf apela a que não aceitem a violação dos seus direitos e interesses, lembrando que «em cada um dos bancos há convenções colectivas, direitos e regalias diferentes, que importa defender e alargar, por cima, e que não podem ser eliminados nem por incorporações nem com protocolos de última hora, feitos por negociadores ou traidores de serviço».
O sindicato considera que se mantêm válidos os pressupostos que, quando da OPA do BCP sobre o BPI, há cerca de ano e meio, o levaram a declarar que a operação teria consequências negativas para a economia do país, para os trabalhadores e para as pequenas e médias empresas.
«Perante a possibilidade de se concretizar esta fusão, lesiva do interesse nacional e que iria tornar ainda mais difícil a vida dos trabalhadores, das famílias e da pequenas e médias empresas», a direcção central do Sintaf afirma que «acompanha com preocupação e com muita atenção a evolução da situação». Realçando que estão em causa «duas empresas que englobam, no total, mais de 17 mil trabalhadores», considera «ofensivo que esta não contenha qualquer preocupação» relativamente aos funcionários. «Avançando para a divisão pormenorizada do poder entre os accionistas e os administradores, a proposta remete os trabalhadores para a condição de objectos, que se jogarão conforme os interesses dessa divisão do poder», protesta-se no comunicado, divulgado no sábado, dia 27.
Aos trabalhadores, o Sintaf apela a que não aceitem a violação dos seus direitos e interesses, lembrando que «em cada um dos bancos há convenções colectivas, direitos e regalias diferentes, que importa defender e alargar, por cima, e que não podem ser eliminados nem por incorporações nem com protocolos de última hora, feitos por negociadores ou traidores de serviço».
O sindicato considera que se mantêm válidos os pressupostos que, quando da OPA do BCP sobre o BPI, há cerca de ano e meio, o levaram a declarar que a operação teria consequências negativas para a economia do país, para os trabalhadores e para as pequenas e médias empresas.