Bush em delírio
No passado dia 24 de Outubro, num discurso oficial no Departamento de Estado norte-americano, George W. Bush destilou todo o veneno anti-cubano que lhe corre nas veias. Tudo serviu para provocar e insultar Cuba e o seu povo, atingindo-se o clímax na sala pejada de proeminentes membros da máfia anti-cubana com a referência a Cuba como um “Gulag Tropical”, provavelmente numa alusão inconsciente ao campo de concentração que os EUA mantêm em solo cubano, mais conhecido por Guantanamo.
Mas insultos e provocações baratas à parte – a que já estamos bem habituados nos discursos de Bush – há que chamar a atenção para os perigos que tal discurso encerra. Ele representa uma evolução qualitativa e quantitativa das ameaças norte-americanas de contra cuba. Centrando-se na ideia de que “a palavra-chave para as nossas relações futuras com Cuba não é “estabilidade” (…) é liberdade” Bush desfiou um conjunto de medidas e de ameaças que além de insultarem os mais básicos conceitos de direito internacional são uma declaração de guerra contra Cuba, o seu povo, a sua soberania e independência.
A manutenção e intensificação do bloqueio; a criação de um “fundo internacional multi-milionário” de liberdade para Cuba”; o envolvimento de países terceiros nas acções de terrorismo político contra Cuba, nomeadamente utilizando as suas embaixadas em Havana e finalmente, o recado directo aos militares e polícias cubanos de que ainda estão a tempo de se reconverterem (ou será renderem?), são exemplos das medidas anunciadas.
Mas se o crescendo de ameaças nos deve deixar alerta e preparados para reagir é também importante referir que esta postura de Bush é também um autêntico delírio de Bush e sobretudo uma expressão da derrota política da estratégia norte-americana face a Cuba. Assim o provou pela 16ª vez consecutiva a aprovação nas Nações Unidas da resolução exigindo o fim do bloqueio a Cuba. Assim o provou a participação de 95% dos cubanos nas eleições locais realizadas no passado Domingo. Assim o prova a evolução da situação na América Latina e assim o provou a Carta Aberta de Solidariedade com os cinco patriotas cubanos entregue na passada Segunda Feira na Embaixada de Cuba subscrita por 124 organizações portuguesas.
Face ao ódio e às ameaças da administração da maior potência mundial Cuba resiste. E como a realidade o está a provar, resistir é já vencer!
Mas insultos e provocações baratas à parte – a que já estamos bem habituados nos discursos de Bush – há que chamar a atenção para os perigos que tal discurso encerra. Ele representa uma evolução qualitativa e quantitativa das ameaças norte-americanas de contra cuba. Centrando-se na ideia de que “a palavra-chave para as nossas relações futuras com Cuba não é “estabilidade” (…) é liberdade” Bush desfiou um conjunto de medidas e de ameaças que além de insultarem os mais básicos conceitos de direito internacional são uma declaração de guerra contra Cuba, o seu povo, a sua soberania e independência.
A manutenção e intensificação do bloqueio; a criação de um “fundo internacional multi-milionário” de liberdade para Cuba”; o envolvimento de países terceiros nas acções de terrorismo político contra Cuba, nomeadamente utilizando as suas embaixadas em Havana e finalmente, o recado directo aos militares e polícias cubanos de que ainda estão a tempo de se reconverterem (ou será renderem?), são exemplos das medidas anunciadas.
Mas se o crescendo de ameaças nos deve deixar alerta e preparados para reagir é também importante referir que esta postura de Bush é também um autêntico delírio de Bush e sobretudo uma expressão da derrota política da estratégia norte-americana face a Cuba. Assim o provou pela 16ª vez consecutiva a aprovação nas Nações Unidas da resolução exigindo o fim do bloqueio a Cuba. Assim o provou a participação de 95% dos cubanos nas eleições locais realizadas no passado Domingo. Assim o prova a evolução da situação na América Latina e assim o provou a Carta Aberta de Solidariedade com os cinco patriotas cubanos entregue na passada Segunda Feira na Embaixada de Cuba subscrita por 124 organizações portuguesas.
Face ao ódio e às ameaças da administração da maior potência mundial Cuba resiste. E como a realidade o está a provar, resistir é já vencer!