Administração gera instabilidade
«Pura chantagem sobre os trabalhadores», assim classifica o deputado comunista Agostinho Lopes a atitude adoptada pela empresa FEHST, Braga, desde o passado mês de Julho.
De acordo com informações chegadas ao seu conhecimento, instalou-se nos últimos meses um clima de instabilidade naquela empresa do Complexo Grundig, tudo a pretexto de alegadas dificuldades de ordem económica. Proposto às organizações representativas dos trabalhadores foi uma redução significativa de postos de trabalho (cerca de 20 por cento), bem como dos salários, neste caso com perdas superiores a mais de 300 euros por mês.
Medidas que, no fundo, pretendem solucionar eventuais problemas da empresa exclusivamente à custa do factor trabalho, o que, como observa Agostinho Lopes, traduz bem a nova forma com que o capital enfrenta as dificuldades empresariais, mesmo de natureza temporária ou excepcional.
Daí que seja importante saber – e essa é uma das perguntas feitas pelo parlamentar do PCP no texto que sobre o assunto dirigiu aos Ministérios do Trabalho e da Solidariedade e ao da Economia – qual a avaliação do Governo sobre a situação económica e social da FEHST, bem como sobre as propostas feitas aos trabalhadores pela sua administração.
«Como é possível que uma empresa com esta dimensão e amadurecimento possa aparecer ao fim de um primeiro semestre a fazer as propostas que faz – exclusivamente à custa do factor trabalho – sem que os problemas tenham sido acautelados no plano das suas actividades ?», interroga-se Agostinho Lopes, para quem é igualmente importante saber que incentivos públicos (nacionais e comunitários) foram atribuídos à FEHST e quais os projectos que a mesma tem em mãos para os próximos anos no que respeita à sua localização da sua produção.
De acordo com informações chegadas ao seu conhecimento, instalou-se nos últimos meses um clima de instabilidade naquela empresa do Complexo Grundig, tudo a pretexto de alegadas dificuldades de ordem económica. Proposto às organizações representativas dos trabalhadores foi uma redução significativa de postos de trabalho (cerca de 20 por cento), bem como dos salários, neste caso com perdas superiores a mais de 300 euros por mês.
Medidas que, no fundo, pretendem solucionar eventuais problemas da empresa exclusivamente à custa do factor trabalho, o que, como observa Agostinho Lopes, traduz bem a nova forma com que o capital enfrenta as dificuldades empresariais, mesmo de natureza temporária ou excepcional.
Daí que seja importante saber – e essa é uma das perguntas feitas pelo parlamentar do PCP no texto que sobre o assunto dirigiu aos Ministérios do Trabalho e da Solidariedade e ao da Economia – qual a avaliação do Governo sobre a situação económica e social da FEHST, bem como sobre as propostas feitas aos trabalhadores pela sua administração.
«Como é possível que uma empresa com esta dimensão e amadurecimento possa aparecer ao fim de um primeiro semestre a fazer as propostas que faz – exclusivamente à custa do factor trabalho – sem que os problemas tenham sido acautelados no plano das suas actividades ?», interroga-se Agostinho Lopes, para quem é igualmente importante saber que incentivos públicos (nacionais e comunitários) foram atribuídos à FEHST e quais os projectos que a mesma tem em mãos para os próximos anos no que respeita à sua localização da sua produção.