Defender a saúde das populações
O PCP quer ouvir no Parlamento o Ministro do Ambiente e o presidente da REN sobre os critérios que suportam as opções adoptadas nos traçados de novas linhas de alta e muito alta tensão.
Com esta audição, cujo pedido com carácter de urgência foi formalizado na passada semana pelos deputados José Soeiro e António Filipe em carta dirigida ao presidente da comissão parlamentar de Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território, a bancada comunista pretende esclarecer as razões que levam a empresa eléctrica nacional – conhecendo-se como se conhecem os riscos da proximidade das linhas de alta tensão para a vida de pessoas e bens e quando existem alternativas que minimizam tais riscos – a insistir em opções que colidem com os interesses das populações, originando, em consequência, o seu legítimo e justo protesto.
É importante saber, igualmente, na perspectiva do Grupo comunista, quais são os fundamentos que presidem à viabilização concedida pelo Ministério do Ambiente, para quem «as pessoas e bens patrimoniais e culturais não parecem pesar na escala de valores a preservar em termos de avaliação dos impactes ambientais negativos».
Mais recentemente esta questão voltou a estar na ordem do dia após a reacção de repúdio das populações de Vale de Fuzeiros e outras localidades do concelho de Silves, bem como do concelho de Almada, contra a anunciada intenção da REN de impor um traçado de novas linhas de alta e muito alta tensão que é visto como prejudicial e lesivo e que não obedece a outro padrão que não seja a pura visão economicista.
No texto onde requerem a audição, os deputados do PCP lembram ainda as decisões favoráveis às populações tomadas em processos movidos contra a REN pelas mesmas razões, como foi o caso do concelho de Sintra.
Com esta audição, cujo pedido com carácter de urgência foi formalizado na passada semana pelos deputados José Soeiro e António Filipe em carta dirigida ao presidente da comissão parlamentar de Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território, a bancada comunista pretende esclarecer as razões que levam a empresa eléctrica nacional – conhecendo-se como se conhecem os riscos da proximidade das linhas de alta tensão para a vida de pessoas e bens e quando existem alternativas que minimizam tais riscos – a insistir em opções que colidem com os interesses das populações, originando, em consequência, o seu legítimo e justo protesto.
É importante saber, igualmente, na perspectiva do Grupo comunista, quais são os fundamentos que presidem à viabilização concedida pelo Ministério do Ambiente, para quem «as pessoas e bens patrimoniais e culturais não parecem pesar na escala de valores a preservar em termos de avaliação dos impactes ambientais negativos».
Mais recentemente esta questão voltou a estar na ordem do dia após a reacção de repúdio das populações de Vale de Fuzeiros e outras localidades do concelho de Silves, bem como do concelho de Almada, contra a anunciada intenção da REN de impor um traçado de novas linhas de alta e muito alta tensão que é visto como prejudicial e lesivo e que não obedece a outro padrão que não seja a pura visão economicista.
No texto onde requerem a audição, os deputados do PCP lembram ainda as decisões favoráveis às populações tomadas em processos movidos contra a REN pelas mesmas razões, como foi o caso do concelho de Sintra.