Por um ensino público, gratuito e de qualidade
Quinta-feira foi dia de luta contra as políticas do Governo. Em Lisboa, a par da grandiosa manifestação convocada pela CGTP-IN, que juntou mais de 200 mil trabalhadores, mais de uma centena de estudantes protestaram contra a destruição do ensino superior público.
«Por uma educação pública, gratuita e de qualidade», «A educação não é um negócio», «Bolsas sim, propinas não. Este Governo não tem educação», lia-se nas faixas que os alunos envergavam. Num percurso que se consumou entre a Praça Sony e a Estação de Metro do Parque das Nações os estudantes gritaram ainda várias palavras de ordem como «Governo escuta, os estudantes estão em luta» ou «Acção social não existe em Portugal».
Ali, os alunos protestaram contra «o novo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, que irá preconizar profundas mudanças no sistema universitário», alertaram para a «destruição da Acção Social com substituição de Bolsas por empréstimos bancários» e denunciaram a «existência da propina e o permanente aumento do seu valor e o incremento adicional para os Mestrados de Bolonha».
«Por uma educação pública, gratuita e de qualidade», «A educação não é um negócio», «Bolsas sim, propinas não. Este Governo não tem educação», lia-se nas faixas que os alunos envergavam. Num percurso que se consumou entre a Praça Sony e a Estação de Metro do Parque das Nações os estudantes gritaram ainda várias palavras de ordem como «Governo escuta, os estudantes estão em luta» ou «Acção social não existe em Portugal».
Ali, os alunos protestaram contra «o novo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, que irá preconizar profundas mudanças no sistema universitário», alertaram para a «destruição da Acção Social com substituição de Bolsas por empréstimos bancários» e denunciaram a «existência da propina e o permanente aumento do seu valor e o incremento adicional para os Mestrados de Bolonha».