Não esquecer Adriano
A Assembleia da República homenageou a memória de Adriano Correia de Oliveira aprovando um voto na passagem do 25.º aniversário da sua morte.
«Adriano cantou até ao fim da vida. Cantou sempre com voz firme as belas canções com que travejava a sua actividade de artista empenhado nas lutas do povo a que pertencia», lê-se no texto aprovado por unanimidade faz hoje oito dias pelos deputados presentes no hemiciclo.
Na semana em que diversas iniciativas evocaram a sua vida e obra, o Parlamento lembrou Adriano Correia de Oliveira, nascido no Porto, em 1942, como «um dos autores mais marcantes da música de intervenção portuguesa e da canção de Coimbra», elogiando-lhe a «voz única» que «ao longo dos seus quarenta anos de vida esteve sempre do lado da liberdade, da democracia e da justiça social».
Depois de recordar algumas datas e momentos importantes do seu percurso de vida, como a sua adesão em 1960 ao PCP, no qual militou até ao fim das sua vida, ou a gravação em 1969 do seu primeiro LP – O Canto e as Armas - , o voto sublinha ainda o papel de Adriano após a Revolução de Abril, na «primeira linha da intervenção política e cultural», sempre disponível para levar «aos locais mais recônditos do nosso país a sua mensagem e a sua voz inconfundível».
«Os anos breves que viveu roubaram-lhe o tempo necessário, mas nunca desistiu de colocar em prática as suas ideias mesmo até ao dia em que, brutalmente, foi ceifado da vida e da actividade criadora», salienta o voto de homenagem a Adriano Correia de Oliveira.
«Adriano cantou até ao fim da vida. Cantou sempre com voz firme as belas canções com que travejava a sua actividade de artista empenhado nas lutas do povo a que pertencia», lê-se no texto aprovado por unanimidade faz hoje oito dias pelos deputados presentes no hemiciclo.
Na semana em que diversas iniciativas evocaram a sua vida e obra, o Parlamento lembrou Adriano Correia de Oliveira, nascido no Porto, em 1942, como «um dos autores mais marcantes da música de intervenção portuguesa e da canção de Coimbra», elogiando-lhe a «voz única» que «ao longo dos seus quarenta anos de vida esteve sempre do lado da liberdade, da democracia e da justiça social».
Depois de recordar algumas datas e momentos importantes do seu percurso de vida, como a sua adesão em 1960 ao PCP, no qual militou até ao fim das sua vida, ou a gravação em 1969 do seu primeiro LP – O Canto e as Armas - , o voto sublinha ainda o papel de Adriano após a Revolução de Abril, na «primeira linha da intervenção política e cultural», sempre disponível para levar «aos locais mais recônditos do nosso país a sua mensagem e a sua voz inconfundível».
«Os anos breves que viveu roubaram-lhe o tempo necessário, mas nunca desistiu de colocar em prática as suas ideias mesmo até ao dia em que, brutalmente, foi ceifado da vida e da actividade criadora», salienta o voto de homenagem a Adriano Correia de Oliveira.