Avançar com confiança!
«Organizar, intervir, alargar» foi o lema da 8.ª Assembleia da Organização Concelhia de Olhão, que se realizou no passado domingo com uma elevada participação de delegados e convidados, militantes e amigos do PCP.
O PCP está em condições de protagonizar uma alternativa credível à gestão PS
O Partido Socialista em Olhão «esgotou-se e perdeu a iniciativa», gerindo o concelho de forma errática, afirma o documento posto à discussão, que lembra existir outra forma de estar no serviço público: «sem teias de interesses, compadrios ou amiguismos» e, sobretudo, sem provocar «receio de retaliações» por parte do presidente da Câmara, a quem dele se atreve a discordar!
De acordo com os participantes, que aprovaram este documento, o PCP em Olhão está em condições de «protagonizar uma alternativa credível» à gestão autárquica do Partido Socialista, possuindo para tanto propostas, quadros e disponibilidades!
O relatório em discussão na Assembleia analisou o arrastamento e até agravamento de alguns dos principais problemas do concelho e discutiu a actividade desenvolvida pelo Partido desde a última assembleia. O Partido teve uma elevada intervenção política, ligada aos problemas das populações e diversos sectores sócio-económicos do concelho, afirma o documento, que não ignora contudo algumas das insuficiências de funcionamento e organização.
No decurso dos trabalhos, interveio um significativo conjunto de delegados, que abordaram os mais variados temas relacionados com a vida do Partido, do concelho, da região e do País, revelando não só um profundo conhecimento dos reais problemas, como as grandes potencialidades que existem para a intervenção e o reforço do Partido no concelho.
Existe outra via
À política do Governo e da Câmara socialistas, bem como de grande parte das Juntas de Freguesia também de maioria socialista, a Assembleia contrapôs uma outra via para desenvolver Olhão, assente nos seus recursos: a Ria Formosa despoluída, o mar, a agricultura de ponta, o turismo baseado nos usos e costumes das gentes e localidades do concelho, a valorização profissional generalizada dos diversos segmentos da nossa sociedade, sobretudo da população activa.
Também a construção para breve do novo Centro de Trabalho é uma expressão da confiança dos comunistas de Olhão, consideram dos participantes, que traçaram ainda linhas de intervenção, fixaram metas de crescimento e anunciaram debates a realizar até ao fim do ano sobre diversos temas.
A nova Comissão Concelhia, eleita por unanimidade, é agora constituída por 24 elementos – 11 dos quais pela primeira vez – e a sua composição integra desde intelectuais a pescadores, operários, empregados, reformados, estudantes, trabalhadores independentes e agricultores, representando todas as freguesias do concelho.
Encerrou os trabalhos Rui Fernandes, membro da Comissão Politica do Comité Central e responsável pela Organização Regional do Algarve do PCP, que abordou alguns dos problemas da Região e a denunciou as políticas prosseguidas pelo Partido Socialista no plano nacional.
De acordo com os participantes, que aprovaram este documento, o PCP em Olhão está em condições de «protagonizar uma alternativa credível» à gestão autárquica do Partido Socialista, possuindo para tanto propostas, quadros e disponibilidades!
O relatório em discussão na Assembleia analisou o arrastamento e até agravamento de alguns dos principais problemas do concelho e discutiu a actividade desenvolvida pelo Partido desde a última assembleia. O Partido teve uma elevada intervenção política, ligada aos problemas das populações e diversos sectores sócio-económicos do concelho, afirma o documento, que não ignora contudo algumas das insuficiências de funcionamento e organização.
No decurso dos trabalhos, interveio um significativo conjunto de delegados, que abordaram os mais variados temas relacionados com a vida do Partido, do concelho, da região e do País, revelando não só um profundo conhecimento dos reais problemas, como as grandes potencialidades que existem para a intervenção e o reforço do Partido no concelho.
Existe outra via
À política do Governo e da Câmara socialistas, bem como de grande parte das Juntas de Freguesia também de maioria socialista, a Assembleia contrapôs uma outra via para desenvolver Olhão, assente nos seus recursos: a Ria Formosa despoluída, o mar, a agricultura de ponta, o turismo baseado nos usos e costumes das gentes e localidades do concelho, a valorização profissional generalizada dos diversos segmentos da nossa sociedade, sobretudo da população activa.
Também a construção para breve do novo Centro de Trabalho é uma expressão da confiança dos comunistas de Olhão, consideram dos participantes, que traçaram ainda linhas de intervenção, fixaram metas de crescimento e anunciaram debates a realizar até ao fim do ano sobre diversos temas.
A nova Comissão Concelhia, eleita por unanimidade, é agora constituída por 24 elementos – 11 dos quais pela primeira vez – e a sua composição integra desde intelectuais a pescadores, operários, empregados, reformados, estudantes, trabalhadores independentes e agricultores, representando todas as freguesias do concelho.
Encerrou os trabalhos Rui Fernandes, membro da Comissão Politica do Comité Central e responsável pela Organização Regional do Algarve do PCP, que abordou alguns dos problemas da Região e a denunciou as políticas prosseguidas pelo Partido Socialista no plano nacional.