Ruben de Carvalho exige planificação
Ruben de Carvalho criticou, na passada semana, a localização do Centro de Medicina do Trabalho da Câmara de Lisboa, considerando que a instalação do serviço nas Olaias demonstra «os critérios de gestão» do município.
Após uma visita ao local, o cabeça de lista da CDU defendeu a mudança de instalações do serviço para um local mais central da cidade.
O Centro de Medicina do Trabalho da autarquia está há cerca de um ano instalado na Quinta do Lavrado, nas Olaias, e tem como principal problema a localização, zona de difícil acesso e sem transportes públicos.
«A localização tem que ser reconsiderada. Não se justifica que um serviço desta importância para todos os trabalhadores municipais esteja situado no extremo da cidade», disse aos jornalistas Ruben de Carvalho, informando que a decisão de instalar o Centro nesta zona «foi precipitada», o que demonstra «os critérios de gestão da Câmara, que depois tem consequências do ponto de vista financeiro» do município.
«Mais cedo ou mais tarde vai se chegar à conclusão que o serviço tem que ir para outro local da cidade e isso vai acarretar mais despesas», disse, adiantando que a situação poderia ter sido evitada se existisse na autarquia «uma planificação e sensibilidade para os problemas».
Outro dos problemas do Centro relaciona-se com a falta de pessoal, nomeadamente médico. Segundo a chefe de divisão do serviço, Rosário Pedrosa, o Centro só tem um médico nos quadros, quando deveria ter nove especialistas de medicina do trabalho.
Ruben de Carvalho referiu que a falta de médicos se relaciona com os baixos salários praticados nas autarquias.
O candidato da CDU à presidência da Câmara de Lisboa salientou ainda «a importância deste serviço», que presta apoio a todos os trabalhadores da autarquia nas áreas da higiene, segurança no trabalho, assistência médica e acidentes de trabalho.
O Centro de Medicina do Trabalho da autarquia está há cerca de um ano instalado na Quinta do Lavrado, nas Olaias, e tem como principal problema a localização, zona de difícil acesso e sem transportes públicos.
«A localização tem que ser reconsiderada. Não se justifica que um serviço desta importância para todos os trabalhadores municipais esteja situado no extremo da cidade», disse aos jornalistas Ruben de Carvalho, informando que a decisão de instalar o Centro nesta zona «foi precipitada», o que demonstra «os critérios de gestão da Câmara, que depois tem consequências do ponto de vista financeiro» do município.
«Mais cedo ou mais tarde vai se chegar à conclusão que o serviço tem que ir para outro local da cidade e isso vai acarretar mais despesas», disse, adiantando que a situação poderia ter sido evitada se existisse na autarquia «uma planificação e sensibilidade para os problemas».
Outro dos problemas do Centro relaciona-se com a falta de pessoal, nomeadamente médico. Segundo a chefe de divisão do serviço, Rosário Pedrosa, o Centro só tem um médico nos quadros, quando deveria ter nove especialistas de medicina do trabalho.
Ruben de Carvalho referiu que a falta de médicos se relaciona com os baixos salários praticados nas autarquias.
O candidato da CDU à presidência da Câmara de Lisboa salientou ainda «a importância deste serviço», que presta apoio a todos os trabalhadores da autarquia nas áreas da higiene, segurança no trabalho, assistência médica e acidentes de trabalho.