Política de direita agrava vida dos lisboetas
Nos últimos seis anos, a maioria PSD/CDS-PP, com o apoio do PS e do BE, em momentos decisivos, conduziu a Câmara de Lisboa a uma gravíssima situação, lesiva dos interesses da cidade e da sua população, levando à queda do executivo e à convocação de eleições antecipadas.
Os reformados sabem que podem contar com os eleitos da CDU
A população de Lisboa foi ainda profundamente atingida, nos últimos dois anos, pela política de direita do Governo PS - uma política que na sua ofensiva privatizadora levou ao encerramento de hospitais, e serviços de urgência dos centros de saúde, ao aumento e criação de taxas moderadoras e dos custo dos medicamentos.
Estas medidas atingem sobretudo os reformados - que sendo cerca de 40 por cento da população de Lisboa, vêem assim cada vez mais dificultado o acesso aos cuidados essenciais de saúde .
«A par destas medidas, também as subidas dos preços de bens essenciais, o aumento dos impostos (IRS) sobre as pensões, e a manutenção de baixos valores das reformas e pensões, contribuem para agravar as condições de vida dos reformados aumentando as desigualdades e a exclusão social», afirma a CDU, responsabilizando o poder central por esta situação e as políticas de direita impostas há mais de 30 anos.
«Às autarquias está aberto um espaço de intervenção e reivindicação, onde os reformados sabem que podem contar com os eleitos da CDU, com as suas propostas, trabalho e dedicação, na resolução dos problemas que afectam a população, em particular as camadas sociais mais vulneráveis como é a dos cidadãos idosos», acrescenta a coligação.
Compromissos da CDU
• Fomentar a criação de estruturas de apoio domiciliário às famílias no tratamento de pessoas idosas e de doentes dependentes, promover a criação de «centros de noite» para idosos, minorando a insegurança nocturna;
• Alargar os apoios domiciliários existentes;
• Promover a formação de trabalhadores que prestam apoio domiciliário às famílias no tratamento de pessoas idosas e de doentes dependentes;
• Implementar a criação de equipas para responder a pequenas reparações domésticas;
• Implementar a eliminação das barreiras arquitectónicas e urbanísticas;
• Criar espaços de convívio intergeracionais.
Apoiar as reivindicações das populações
• Reclamar a construção do novo Hospital Público da Zona Oriental de Lisboa;
• Maior investimento nos cuidados de saúde primários;
• Mais médicos de família, mais centros de saúde a funcionar 24 horas por dia e com serviços de urgência;
• Os centros de saúde devem ter as diferentes especialidades e uma melhor articulação com os hospitais;
• Assegurar as acessibilidades aos centros de saúde, sobretudo para pessoas com deficiência, idosos e utentes com dificuldades de locomoção;
• Exigir a marcação de consultas pelo telefone através de linha verde gratuita;
• Dar prioridade às políticas sociais da Câmara de Lisboa, definindo e incrementando uma rede social de apoio aos mais carenciados.
Estas medidas atingem sobretudo os reformados - que sendo cerca de 40 por cento da população de Lisboa, vêem assim cada vez mais dificultado o acesso aos cuidados essenciais de saúde .
«A par destas medidas, também as subidas dos preços de bens essenciais, o aumento dos impostos (IRS) sobre as pensões, e a manutenção de baixos valores das reformas e pensões, contribuem para agravar as condições de vida dos reformados aumentando as desigualdades e a exclusão social», afirma a CDU, responsabilizando o poder central por esta situação e as políticas de direita impostas há mais de 30 anos.
«Às autarquias está aberto um espaço de intervenção e reivindicação, onde os reformados sabem que podem contar com os eleitos da CDU, com as suas propostas, trabalho e dedicação, na resolução dos problemas que afectam a população, em particular as camadas sociais mais vulneráveis como é a dos cidadãos idosos», acrescenta a coligação.
Compromissos da CDU
• Fomentar a criação de estruturas de apoio domiciliário às famílias no tratamento de pessoas idosas e de doentes dependentes, promover a criação de «centros de noite» para idosos, minorando a insegurança nocturna;
• Alargar os apoios domiciliários existentes;
• Promover a formação de trabalhadores que prestam apoio domiciliário às famílias no tratamento de pessoas idosas e de doentes dependentes;
• Implementar a criação de equipas para responder a pequenas reparações domésticas;
• Implementar a eliminação das barreiras arquitectónicas e urbanísticas;
• Criar espaços de convívio intergeracionais.
Apoiar as reivindicações das populações
• Reclamar a construção do novo Hospital Público da Zona Oriental de Lisboa;
• Maior investimento nos cuidados de saúde primários;
• Mais médicos de família, mais centros de saúde a funcionar 24 horas por dia e com serviços de urgência;
• Os centros de saúde devem ter as diferentes especialidades e uma melhor articulação com os hospitais;
• Assegurar as acessibilidades aos centros de saúde, sobretudo para pessoas com deficiência, idosos e utentes com dificuldades de locomoção;
• Exigir a marcação de consultas pelo telefone através de linha verde gratuita;
• Dar prioridade às políticas sociais da Câmara de Lisboa, definindo e incrementando uma rede social de apoio aos mais carenciados.