HUC ameaçados
A crise directiva nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), nomeadamente o processo de demissão do presidente do seu Conselho de Administração, comprova sem margem para dúvidas a forma como o Governo conseguiu poupar em 2006 300 milhões de euros com a saúde: «cortes cegos nos encargos com a saúde, agravados pelo não cumprimento, por parte do Estado, das suas obrigações financeiras para com as unidades de saúde».
A denúncia pertence à Direcção da Organização Regional de Coimbra do PCP, para quem os cortes orçamentais de 25%, verificados ao longo dos últimos anos, a par dos 70 milhões de euros que o Estado deve aos HUC, o que fica em causa é a qualidade de prestação de serviços destes hospitais e o seu próprio funcionamento. O que é tanto mais grave, sublinha, quanto se trata de uma Unidade de Saúde com «inegável importância e prestígio na região e no País».
Outro aspecto que tem estado a preocupar os comunistas é a nomeação de Fernando Regateiro para presidente do Conselho de Administração dos HUC. Tal nomeação, garante o PCP, representa «um passo de gigante na destruição dos HUC», lembrando o papel de Fernando Regateiro enquanto presidente da ARS, no que se refere ao cumprimento rigoroso de todas as medidas do Governo, chegando por vezes a «exceder o que eram orientações centrais».
O PCP teme, pois, que o novo presidente aceite sem contestação esta política de cortes que o Governo vai muito provavelmente prosseguir.
A denúncia pertence à Direcção da Organização Regional de Coimbra do PCP, para quem os cortes orçamentais de 25%, verificados ao longo dos últimos anos, a par dos 70 milhões de euros que o Estado deve aos HUC, o que fica em causa é a qualidade de prestação de serviços destes hospitais e o seu próprio funcionamento. O que é tanto mais grave, sublinha, quanto se trata de uma Unidade de Saúde com «inegável importância e prestígio na região e no País».
Outro aspecto que tem estado a preocupar os comunistas é a nomeação de Fernando Regateiro para presidente do Conselho de Administração dos HUC. Tal nomeação, garante o PCP, representa «um passo de gigante na destruição dos HUC», lembrando o papel de Fernando Regateiro enquanto presidente da ARS, no que se refere ao cumprimento rigoroso de todas as medidas do Governo, chegando por vezes a «exceder o que eram orientações centrais».
O PCP teme, pois, que o novo presidente aceite sem contestação esta política de cortes que o Governo vai muito provavelmente prosseguir.