Trabalhadores em protesto redobrado
Na Valorsul, empresa responsável pelo tratamento dos resíduos sólidos urbanos dos concelhos de Lisboa, Loures, Amadora, Odivelas e Vila Franca de Xira, os cerca de 300 funcionários paralisaram durante 48 horas em defesa do Acordo de Empresa (AE), assinado o ano passado entre a administração e as estruturas representativas dos trabalhadores.
De acordo com David Costa, delegado sindical do Sinquifa na Valorsul, os trabalhadores decidiram iniciar a paralisação às 00h00 de dia 29 porque, além das razões mais que justas invocadas pela CGTP-IN para a convocação de uma greve geral no dia 30, acrescem as tentativas da administração de fazer tábua rasa de cláusulas e direitos consignados no AE, nomeadamente em matéria de trabalho suplementar e regulação horária da jornada de trabalho.
No Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos, em São João da Talha, no Centro de Triagem e Ecoponto, no Lumiar, na Estação de Tratamento e Valorização Orgânica, na Amadora, e no Aterro Sanitário de Mato Cruz a adesão foi, desde o primeiro turno, de 80 a 100 por cento, referiu o delegado.
«A proposta da administração é que os trabalhadores que actualmente se encontram no quadro façam jornadas consecutivas de 16 horas, medida que constitui uma afronta uma vez que o próprio Código do Trabalho prevê um intervalo de 11 horas entre os turnos, explicou David Costa.
À porta da empresa junto a outros camaradas que participavam no piquete de greve, o delegado sindical disse ainda ao Avante! que apesar «das pressões da administração sobre os trabalhadores no sentido de os desmobilizar invocando que esta era “uma greve só de alguns”, estes souberam resistir».
De acordo com David Costa, delegado sindical do Sinquifa na Valorsul, os trabalhadores decidiram iniciar a paralisação às 00h00 de dia 29 porque, além das razões mais que justas invocadas pela CGTP-IN para a convocação de uma greve geral no dia 30, acrescem as tentativas da administração de fazer tábua rasa de cláusulas e direitos consignados no AE, nomeadamente em matéria de trabalho suplementar e regulação horária da jornada de trabalho.
No Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos, em São João da Talha, no Centro de Triagem e Ecoponto, no Lumiar, na Estação de Tratamento e Valorização Orgânica, na Amadora, e no Aterro Sanitário de Mato Cruz a adesão foi, desde o primeiro turno, de 80 a 100 por cento, referiu o delegado.
«A proposta da administração é que os trabalhadores que actualmente se encontram no quadro façam jornadas consecutivas de 16 horas, medida que constitui uma afronta uma vez que o próprio Código do Trabalho prevê um intervalo de 11 horas entre os turnos, explicou David Costa.
À porta da empresa junto a outros camaradas que participavam no piquete de greve, o delegado sindical disse ainda ao Avante! que apesar «das pressões da administração sobre os trabalhadores no sentido de os desmobilizar invocando que esta era “uma greve só de alguns”, estes souberam resistir».