Falta investimento público
No sábado passado, a X Assembleia da Organização Concelhia de Viana do Castelo do PCP fez o balanço da actividade desenvolvida nos últimos 4 anos, definiu objectivos políticos e orgânicos para os próximos tempos e elegeu a nova Comissão Concelhia.
A Resolução Política – aprovada por unanimidade – começa por caracterizar o actual quadro político, económico e social nacional e concelhio, apontando propostas muito concretas para alterar esse quadro e realizar a política necessária ao concelho. Os delegados aprovaram ainda algumas direcções de trabalho para a intervenção dos comunistas no poder local e definiram linhas de orientação para a acção dos comunistas na luta de massas.
«O empolamento e dramatização» pelo Governo da situação financeira e orçamental do País e a procura a todo o custo de reduzir o défice público tem tido, na opinião dos participantes, «consequências gravíssimas» para todo o país, «mais gravosas», ainda, para as regiões menos desenvolvidas, como é o caso do Alto Minho.
De facto, como a Resolução Política sublinha, «o Distrito de Viana do Castelo continua a ser descriminado negativamente no investimento público» e apesar de se terem verificado alguns investimentos privados nos últimos anos, estes «não têm sido suficientes para combater a chaga do desemprego e retirar a região da cauda do país do mais baixo rendimento per capita».
Melhorar intervenção
Para a organização concelhia de Viana do Castelo, «o Alto Minho e o Concelho precisam para o seu desenvolvimento de mais e melhor investimento público e apoios e estímulos aos pequenos e médios empresários». Porém, os cortes orçamentais e as limitações financeiras impostas às autarquias e as opções tomadas pela gestão municipal, contribuíram para as crescentes dificuldades do Município em concretizar e terminar projectos em curso (como o Polis)» ou para o adiamento da resolução de problemas essenciais.
Por tudo isto, a Organização de Viana do Castelo deverá, como consta da Resolução Política, dar continuidade e concretização às orientações e medidas decididas pelo XVII Congresso, «adaptando-as às condições e realidades do concelho».
A melhoria da intervenção política e o reforço da organização do Partido são direcções fundamentais para a actividade partidária para os próximos anos e factor essencial para a mobilização dos trabalhadores e das populações contra a política de direita do actual Governo e na criação de condições que permitam uma alternativa política.
Por fim, a X Assembleia elegeu por unanimidade a nova Comissão Concelhia, agora constituída por 23 elementos, 8 dos quais eleitos pela primeira vez. Aprovou, ainda, e também por unanimidade, uma moção de denúncia da política praticada pelo Governo PS contra os trabalhadores, onde apela à sua participação na Greve Geral convocada pela CGTP-IN para 30 de Maio.
A Resolução Política – aprovada por unanimidade – começa por caracterizar o actual quadro político, económico e social nacional e concelhio, apontando propostas muito concretas para alterar esse quadro e realizar a política necessária ao concelho. Os delegados aprovaram ainda algumas direcções de trabalho para a intervenção dos comunistas no poder local e definiram linhas de orientação para a acção dos comunistas na luta de massas.
«O empolamento e dramatização» pelo Governo da situação financeira e orçamental do País e a procura a todo o custo de reduzir o défice público tem tido, na opinião dos participantes, «consequências gravíssimas» para todo o país, «mais gravosas», ainda, para as regiões menos desenvolvidas, como é o caso do Alto Minho.
De facto, como a Resolução Política sublinha, «o Distrito de Viana do Castelo continua a ser descriminado negativamente no investimento público» e apesar de se terem verificado alguns investimentos privados nos últimos anos, estes «não têm sido suficientes para combater a chaga do desemprego e retirar a região da cauda do país do mais baixo rendimento per capita».
Melhorar intervenção
Para a organização concelhia de Viana do Castelo, «o Alto Minho e o Concelho precisam para o seu desenvolvimento de mais e melhor investimento público e apoios e estímulos aos pequenos e médios empresários». Porém, os cortes orçamentais e as limitações financeiras impostas às autarquias e as opções tomadas pela gestão municipal, contribuíram para as crescentes dificuldades do Município em concretizar e terminar projectos em curso (como o Polis)» ou para o adiamento da resolução de problemas essenciais.
Por tudo isto, a Organização de Viana do Castelo deverá, como consta da Resolução Política, dar continuidade e concretização às orientações e medidas decididas pelo XVII Congresso, «adaptando-as às condições e realidades do concelho».
A melhoria da intervenção política e o reforço da organização do Partido são direcções fundamentais para a actividade partidária para os próximos anos e factor essencial para a mobilização dos trabalhadores e das populações contra a política de direita do actual Governo e na criação de condições que permitam uma alternativa política.
Por fim, a X Assembleia elegeu por unanimidade a nova Comissão Concelhia, agora constituída por 23 elementos, 8 dos quais eleitos pela primeira vez. Aprovou, ainda, e também por unanimidade, uma moção de denúncia da política praticada pelo Governo PS contra os trabalhadores, onde apela à sua participação na Greve Geral convocada pela CGTP-IN para 30 de Maio.