Centro-direita vence europeias
O novo partido de centro-direita (GERB) venceu as primeiras eleições europeias realizadas, domingo, 20, na Búlgária, obtendo uma escassa vantagem sobre o Partido Socialista (antigo partido comunista), no poder.
O GERB (Cidadãos por um Desenvolvimento Europeu da Bulgária), dirigido pelo presidente da Câmara de Sofia, Boiko Borissov, recolheu 21,69 por cento dos votos, contra 21,4 por cento obtidos pelos socialistas. O partido da minoria turca, MDL (Movimento pelos Direitos e Liberdades), que participa na coligação governamental, ficou em terceiro lugar com 20,14 por cento dos votos.
Estas três formações elegeram, cada uma, cinco deputados, de um total de 18. Os restantes três representantes deverão ser atribuídos ao partido nacionalista Ataka, do presidente da República, Guéorgui Parvanov.
No entanto, na segunda-feira, a Comissão Eleitoral ainda não tinha validado a distribuição final dos mandatos, admitindo-se que um dos deputados pudesse ainda ser eleito pelo partido do antigo rei Siméon de Saxe-Cobourg, que obteve 6,26 por cento.
A vitória do centro-direita é interpretada como um aviso do eleitorado ao governo e um sinal do descontentamento da população com a degradação do nível de vida, e com os elevados índices de criminalidade e corrupção.
O primeiro-ministro, Sergueï Stanichev, líder do partido socialista, comentando os resultados na noite de Domingo, observou que «depois da entrada na UE [em Janeiro passado], as pessoas esperam mais: esperam um crescimento económico mais forte e rendimentos mais elevados».
Tal como já acontecera em vários outros novos estados-membros, as primeiras eleições europeias na Bulgária ficaram marcadas por uma elevadíssima abstenção de 71,4 por cento. Taxas de participação ainda mais baixas foram registadas nas primeiras eleições europeias na Eslováquia (17%) e na Polónia (20%).
Estas três formações elegeram, cada uma, cinco deputados, de um total de 18. Os restantes três representantes deverão ser atribuídos ao partido nacionalista Ataka, do presidente da República, Guéorgui Parvanov.
No entanto, na segunda-feira, a Comissão Eleitoral ainda não tinha validado a distribuição final dos mandatos, admitindo-se que um dos deputados pudesse ainda ser eleito pelo partido do antigo rei Siméon de Saxe-Cobourg, que obteve 6,26 por cento.
A vitória do centro-direita é interpretada como um aviso do eleitorado ao governo e um sinal do descontentamento da população com a degradação do nível de vida, e com os elevados índices de criminalidade e corrupção.
O primeiro-ministro, Sergueï Stanichev, líder do partido socialista, comentando os resultados na noite de Domingo, observou que «depois da entrada na UE [em Janeiro passado], as pessoas esperam mais: esperam um crescimento económico mais forte e rendimentos mais elevados».
Tal como já acontecera em vários outros novos estados-membros, as primeiras eleições europeias na Bulgária ficaram marcadas por uma elevadíssima abstenção de 71,4 por cento. Taxas de participação ainda mais baixas foram registadas nas primeiras eleições europeias na Eslováquia (17%) e na Polónia (20%).