Sem legitimidade política
O Sindicato dos Professores do Norte exige a demissão do Director Regional de Educação, que acusa de não estar a respeitar a lei no processo de reconstituição dos agrupamentos de escolas.
A DREN está a conduzir o processo de forma precipitada
«O Director Regional não tem condições nem legitimidade política para continuar no cargo», afirmou, sexta-feira, a sindicalista Manuela Mendonça, em declarações comunicação social.
Na origem das críticas do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) está o processo de reconstituição de agrupamentos de escolas, acusando Manuela Mendonça que «estão a ser criados conjuntos de escolas com grandes dimensões».
A sindicalista referiu como exemplos um agrupamento criado em Chaves que abrange 64 escolas e outro em Felgueiras que integra cerca de 2700 alunos.
«Existe uma recomendação do Ministério da Educação para que os agrupamentos de escolas não ultrapassem os 1500 alunos», frisou.
O SPN critica ainda o Director Regional de Educação do Norte por estar a «tentar que os agrupamentos de escolas entrem em funcionamento no início de Setembro, quando o Ministério determinou que os novos agrupamentos devem começar a vigorar a partir do ano lectivo 2004/05».
«A DREN está a conduzir o processo de forma precipitada», frisou a sindicalista.
Por outro lado, o sindicato também acusa o Director Regional de «não respeitar» as posições manifestadas por várias autarquias, que estão contra os novos agrupamentos.
«Perante esta posição, o director não podia homologar os novos agrupamentos de escolas», defendeu Manuela Mendonça, para quem «é certo» que o secretário de Estado «não vai ratificar» os novos agrupamentos de escolas contestados pelas autarquias.
As críticas estendem-se ainda ao comportamento que, segundo o sindicato, o director em causa tem vindo a adoptar face «a professores, pais e autarcas».
«Tem havido intimidações, ameaças e insultos a todos os que o contrariam», afirmou a sindicalista, salientando que estas queixas foram entregues na passada semana ao ministro da Educação.
Na origem das críticas do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) está o processo de reconstituição de agrupamentos de escolas, acusando Manuela Mendonça que «estão a ser criados conjuntos de escolas com grandes dimensões».
A sindicalista referiu como exemplos um agrupamento criado em Chaves que abrange 64 escolas e outro em Felgueiras que integra cerca de 2700 alunos.
«Existe uma recomendação do Ministério da Educação para que os agrupamentos de escolas não ultrapassem os 1500 alunos», frisou.
O SPN critica ainda o Director Regional de Educação do Norte por estar a «tentar que os agrupamentos de escolas entrem em funcionamento no início de Setembro, quando o Ministério determinou que os novos agrupamentos devem começar a vigorar a partir do ano lectivo 2004/05».
«A DREN está a conduzir o processo de forma precipitada», frisou a sindicalista.
Por outro lado, o sindicato também acusa o Director Regional de «não respeitar» as posições manifestadas por várias autarquias, que estão contra os novos agrupamentos.
«Perante esta posição, o director não podia homologar os novos agrupamentos de escolas», defendeu Manuela Mendonça, para quem «é certo» que o secretário de Estado «não vai ratificar» os novos agrupamentos de escolas contestados pelas autarquias.
As críticas estendem-se ainda ao comportamento que, segundo o sindicato, o director em causa tem vindo a adoptar face «a professores, pais e autarcas».
«Tem havido intimidações, ameaças e insultos a todos os que o contrariam», afirmou a sindicalista, salientando que estas queixas foram entregues na passada semana ao ministro da Educação.