Adiamento das notas atrasa acesso ao Superior
A Federação Nacional de Professores criticou sexta-feira a decisão governamental de adiar a fixação das notas dos exames nacionais, alegando que vai atrasar o acesso dos alunos ao Ensino Superior e prejudicar as férias dos professores.
A Comissão Nacional do Júri de Exames decidiu reavaliar as provas nacionais do 12.º ano de um por cento dos alunos que este ano realizaram testes durante a 1.ª chamada por ter detectado discrepância de notas ao fazer uma análise estatística minuciosa das classificações.
Agora, o júri vai analisar as provas desses alunos, uma a uma. Na sequência desta decisão, os resultados da 1.ª chamada não vão ser afixados no dia 22 de Julho, como estava previsto, mas apenas no dia 1 de Agosto, juntamente com os da 2.ª chamada.
A Fenprof reconhece que «o esforço de reapreciação das provas onde se registaram discrepâncias sensíveis entre os critérios de correcção pode corresponder a uma preocupação de salvaguarda dos direitos dos alunos envolvidos», mas diz que vai atrasar as candidaturas ao Ensino Superior.
A Federação Nacional dos Professores alega ainda que a decisão torna praticamente impossível a grande número de docentes o gozo do seu período de férias até 1 de Setembro, uma vez que da medida resultou o atraso da conclusão do processo de exames.
A Comissão Nacional do Júri de Exames decidiu reavaliar as provas nacionais do 12.º ano de um por cento dos alunos que este ano realizaram testes durante a 1.ª chamada por ter detectado discrepância de notas ao fazer uma análise estatística minuciosa das classificações.
Agora, o júri vai analisar as provas desses alunos, uma a uma. Na sequência desta decisão, os resultados da 1.ª chamada não vão ser afixados no dia 22 de Julho, como estava previsto, mas apenas no dia 1 de Agosto, juntamente com os da 2.ª chamada.
A Fenprof reconhece que «o esforço de reapreciação das provas onde se registaram discrepâncias sensíveis entre os critérios de correcção pode corresponder a uma preocupação de salvaguarda dos direitos dos alunos envolvidos», mas diz que vai atrasar as candidaturas ao Ensino Superior.
A Federação Nacional dos Professores alega ainda que a decisão torna praticamente impossível a grande número de docentes o gozo do seu período de férias até 1 de Setembro, uma vez que da medida resultou o atraso da conclusão do processo de exames.