O que conta é o conteúdo das políticas
Após a entrevista concedida à RTP, no dia 11, por José Sócrates, Vasco Cardoso, da Comissão Política do PCP, registou o esclarecimento do primeiro-ministro sobre o processo de envolveu o seu percurso académico e a sua licenciatura. Destacando a utilidade de ver esclarecida esta questão, o dirigente do PCP considera que a mesma «tem sido sobretudo utilizada como instrumento de distracção dos reais problemas do País».
Para o PCP, prosseguiu, mais do que o grau académico do primeiro-ministro, «o que conta é o sentido e o conteúdo das políticas de direita do Governo PS, presidido por José Sócrates, a sua ofensiva contra conquistas e direitos sociais e as consequências negativas que daí resultam para os trabalhadores e para a população em geral».
Vasco Cardoso realçou ainda que o que «afecta seriamente a credibilidade do primeiro-ministro é o rasto de promessas não cumpridas e as inúmeras decisões que se traduziram no agravamento dos principais problemas do País»: o desemprego, a precariedade, os baixos salários e o aumento do custo de vida, o encerramento de escolas, urgências, maternidades e outros serviços públicos.
O dirigente comunista considerou ainda expressiva a «demonstração de descontentamento que tem enchido as ruas deste País com milhares de portugueses a exigirem mudança de políticas».
Para o PCP, prosseguiu, mais do que o grau académico do primeiro-ministro, «o que conta é o sentido e o conteúdo das políticas de direita do Governo PS, presidido por José Sócrates, a sua ofensiva contra conquistas e direitos sociais e as consequências negativas que daí resultam para os trabalhadores e para a população em geral».
Vasco Cardoso realçou ainda que o que «afecta seriamente a credibilidade do primeiro-ministro é o rasto de promessas não cumpridas e as inúmeras decisões que se traduziram no agravamento dos principais problemas do País»: o desemprego, a precariedade, os baixos salários e o aumento do custo de vida, o encerramento de escolas, urgências, maternidades e outros serviços públicos.
O dirigente comunista considerou ainda expressiva a «demonstração de descontentamento que tem enchido as ruas deste País com milhares de portugueses a exigirem mudança de políticas».