Comunistas preparam Encontro Nacional
Em conferência de imprensa, a Comissão Regional de Setúbal dos micro, pequenos e médios empresários (mPME) do PCP denunciam a difícil situação que os empresários menos poderosos enfrentam. A nível nacional, esclarece a comissão, estas empresas representam mais de 98 por cento do universo empresarial, absorvendo quase 70 por cento do emprego.
No distrito de Setúbal, estão localizadas mais de 8 por cento do total das empresas, no entanto os trabalhadores correspondem apenas a 4,8 por cento do total nacional. Para os comunistas, as políticas de direita levaram, distrito, ao «desmantelamento e desaparecimento de grandes empresas do sector produtivo o distrito, e como consequência ao despedimento de milhares de trabalhadores». Muitos deles, sustenta a comissão, «viram-se obrigados a criar as suas próprias empresas no sentido de substituir o seu posto de trabalho».
Acusando o Governo de «encher a boca com a importância que as mPME têm para o País» e de, depois, não tomar medidas com vista à sua protecção e desenvolvimento, o PCP denuncia a discriminação que as políticas fiscais de crédito e de apoios comunitários praticam sobre as empresas mais pequenas, provocando enormes dificuldades à modernização para a competitividade. Já em Espanha, por exemplo, «por via dos incentivos e apoios existentes, dos menores custos de fiscalidade, da energia e dos encargos bancários, o desenvolvimentos e estabilidade são mais atingíveis». Daí que muitas empresas estejam a sediar-se neste país.
Para os comunistas, o País precisa de uma política que defenda e valorize a produção nacional, que promova o investimento público e estimule o mercado interno, apoiando as empresas de menor dimensão. Com o objectivo de apresentar propostas em defesa destas empresas, os comunistas levarão a cabo uma audição parlamentar na Assembleia da República e realizarão um Encontro Nacional.
Acusando o Governo de «encher a boca com a importância que as mPME têm para o País» e de, depois, não tomar medidas com vista à sua protecção e desenvolvimento, o PCP denuncia a discriminação que as políticas fiscais de crédito e de apoios comunitários praticam sobre as empresas mais pequenas, provocando enormes dificuldades à modernização para a competitividade. Já em Espanha, por exemplo, «por via dos incentivos e apoios existentes, dos menores custos de fiscalidade, da energia e dos encargos bancários, o desenvolvimentos e estabilidade são mais atingíveis». Daí que muitas empresas estejam a sediar-se neste país.
Para os comunistas, o País precisa de uma política que defenda e valorize a produção nacional, que promova o investimento público e estimule o mercado interno, apoiando as empresas de menor dimensão. Com o objectivo de apresentar propostas em defesa destas empresas, os comunistas levarão a cabo uma audição parlamentar na Assembleia da República e realizarão um Encontro Nacional.