Reforçar o Partido, desenvolver o concelho
Realizou-se, no passado domingo, a IX Assembleia da Organização Concelhia do Barreiro do PCP. O reforço do Partido e o desenvolvimento do concelho foram os principais temas debatidos.
Foram criados ou reactivados 17 organismos nos últimos anos
Esta foi a primeira assembleia da organização concelhia realizada após a reconquista, nas eleições de 2005, da maioria na Câmara Municipal do Barreiro. E isso ficou patente no debate ocorrido na Assembleia, que contou com a participação de cerca de duas centenas e meia de delegados. Para além da resolução política, esteve em debate um outro documento, intitulado «As propostas do PCP para o desenvolvimento do concelho do Barreiro».
Neste documento, os comunistas acusam as políticas de direita e os seus protagonistas pelo «desaparecimento e a desarticulação do sector industrial» do concelho. «A memória de um Barreiro gerador de uma considerável fatia da riqueza nacional confronta-nos de forma constrangedora com a realidade actual», acusam. A assembleia aprovou o documento, que contém um conjunto de propostas para o desenvolvimento do Barreiro.
Para os comunistas, o parque empresarial é fundamental e estratégico «para a criação de mais emprego e para o desenvolvimento económico do concelho». O PCP defende a reconversão do Parque Empresarial da Quimiparque, que deverá ter em conta «a afirmação do Barreiro como pólo importante na produção de riqueza para a região e para o País».
A defesa e desenvolvimento do pólo ferroviário do Barreiro é outra das propostas do PCP. Travar a redução do número de postos de trabalho do sector, reintegrar o Barreiro na rede nacional de Comboios de médio e longo curso, electrificar a linha do Sado e modernizar as oficinas da EMEF no concelho são as propostas do PCP.
Um Partido mais forte
O reforço da organização e da intervenção do Partido no concelho foi outro dos temas debatidos com mais intensidade na assembleia do passado domingo. Na sua intervenção, Nuno Costa, do Comité Central e responsável pela organização concelhia do Barreiro, deu nota do reforço do PCP no concelho: 17 organismos criados ou reactivados; a adesão ao Partido de 60 novos militantes; os avanços alcançados na organização nas empresas e locais de trabalho.
Para o futuro, sustenta a resolução política aprovada, os comunistas do Barreiro querem responsabilizar mais quadros, reforçar a intervenção nas empresas e locais de trabalho, intensificar o funcionamento democrático das organizações e aumentar a quotização. A assembleia destacou ainda a necessidade de aumentar a venda e difusão da imprensa do Partido, de integrar melhor os membros do Partido em organismos, de proceder ao recrutamento dirigido, entre outras medidas.
Coube a Margarida Botelho, da Comissão Política, encerrar a Assembleia. Na sua intervenção, a dirigente do PCP falou da situação política e social actual, marcada pela intensificação da luta de massas, e as tarefas do Partido, entre as quais se encontra em lugar de destaque, o seu reforço orgânico.
Neste documento, os comunistas acusam as políticas de direita e os seus protagonistas pelo «desaparecimento e a desarticulação do sector industrial» do concelho. «A memória de um Barreiro gerador de uma considerável fatia da riqueza nacional confronta-nos de forma constrangedora com a realidade actual», acusam. A assembleia aprovou o documento, que contém um conjunto de propostas para o desenvolvimento do Barreiro.
Para os comunistas, o parque empresarial é fundamental e estratégico «para a criação de mais emprego e para o desenvolvimento económico do concelho». O PCP defende a reconversão do Parque Empresarial da Quimiparque, que deverá ter em conta «a afirmação do Barreiro como pólo importante na produção de riqueza para a região e para o País».
A defesa e desenvolvimento do pólo ferroviário do Barreiro é outra das propostas do PCP. Travar a redução do número de postos de trabalho do sector, reintegrar o Barreiro na rede nacional de Comboios de médio e longo curso, electrificar a linha do Sado e modernizar as oficinas da EMEF no concelho são as propostas do PCP.
Um Partido mais forte
O reforço da organização e da intervenção do Partido no concelho foi outro dos temas debatidos com mais intensidade na assembleia do passado domingo. Na sua intervenção, Nuno Costa, do Comité Central e responsável pela organização concelhia do Barreiro, deu nota do reforço do PCP no concelho: 17 organismos criados ou reactivados; a adesão ao Partido de 60 novos militantes; os avanços alcançados na organização nas empresas e locais de trabalho.
Para o futuro, sustenta a resolução política aprovada, os comunistas do Barreiro querem responsabilizar mais quadros, reforçar a intervenção nas empresas e locais de trabalho, intensificar o funcionamento democrático das organizações e aumentar a quotização. A assembleia destacou ainda a necessidade de aumentar a venda e difusão da imprensa do Partido, de integrar melhor os membros do Partido em organismos, de proceder ao recrutamento dirigido, entre outras medidas.
Coube a Margarida Botelho, da Comissão Política, encerrar a Assembleia. Na sua intervenção, a dirigente do PCP falou da situação política e social actual, marcada pela intensificação da luta de massas, e as tarefas do Partido, entre as quais se encontra em lugar de destaque, o seu reforço orgânico.