Dois meses de greves contra reforma educativa
O parlamento grego aprovou na semana passada, dia 8, o contestado projecto de reforma da educação, contra o qual, estudantes e professores estão em luta há mais de dois meses.
O dia da votação ficou marcado por uma poderosa manifestação, em Atenas, com mais de 20 mil jovens de todo o país. Já frente à assembleia dos deputados, manifestantes e polícia envolveram-se em confrontos que duraram mais de três horas e provocaram duas dezenas de feridos. As janelas do parlamento foram atingidas e vários estabelecimentos comerciais ficaram danificados.
A batalha campal, de acordo com a agência France Press, começou após um grupo de jovens encapuçados e com capacetes ter arremessado pedras e garrafas com combustível contra o contingente de mais de mil agentes, que ripostaram com granadas de gás lacrimogéneo e cargas sobre os manifestantes. Foram efectuadas dezenas de identificações e onze indivíduos ficaram detidos.
Forçados a recuar para o centro da cidade, os estudantes voltaram a manifestar-se à noite frente ao parlamento, sendo de novo perseguidos pelas forças policiais.
Desde o início de Janeiro que quase diariamente se realizam acções de protesto nas universidades gregas contra o projecto de reforma que visa a privatização do ensino.
A insistência do governo de direita na sua aprovação não desmobilizou a grande maioria dos estudantes que, na passada semana, mantinham a paralisação em mais de metade das faculdades do país.
O dia da votação ficou marcado por uma poderosa manifestação, em Atenas, com mais de 20 mil jovens de todo o país. Já frente à assembleia dos deputados, manifestantes e polícia envolveram-se em confrontos que duraram mais de três horas e provocaram duas dezenas de feridos. As janelas do parlamento foram atingidas e vários estabelecimentos comerciais ficaram danificados.
A batalha campal, de acordo com a agência France Press, começou após um grupo de jovens encapuçados e com capacetes ter arremessado pedras e garrafas com combustível contra o contingente de mais de mil agentes, que ripostaram com granadas de gás lacrimogéneo e cargas sobre os manifestantes. Foram efectuadas dezenas de identificações e onze indivíduos ficaram detidos.
Forçados a recuar para o centro da cidade, os estudantes voltaram a manifestar-se à noite frente ao parlamento, sendo de novo perseguidos pelas forças policiais.
Desde o início de Janeiro que quase diariamente se realizam acções de protesto nas universidades gregas contra o projecto de reforma que visa a privatização do ensino.
A insistência do governo de direita na sua aprovação não desmobilizou a grande maioria dos estudantes que, na passada semana, mantinham a paralisação em mais de metade das faculdades do país.