Milhares desfilam contra a guerra
Dezenas de milhares de pessoas (60 mil segundo a organização «Parem a Guerra») manifestaram-se, no sábado, 24, nas ruas de Londres, para exigirem a retirada total das tropas britânicas do Iraque.
A marcha realizou-se entre o Hide Park e Trafalgar Square, onde deputados trabalhistas, familiares de soldados e algumas figuras públicas, como o humorista Mark Thomas e o dramaturgo David Edgar, intervieram para pedir o fim da participação britânica na guerra do Iraque.
O protesto decorreu três dias após o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, ter anunciado a retirada parcial do Iraque das tropas do Reino Unido, cujo número de efectivos descerá dos actuais 7.100 militares para menos de 5 mil até final do ano.
A organização «Parem a Guerra» acusa o governo de Tony Blair de ter envolvido o país Reino Unido numa guerra injusta, na qual já morreram desde então 655 mil iraquianos, cerca de três mil soldados norte-americanos e 131 britânicos.
Para além de Londres, outra manifestação realizou-se no mesmo dia no centro de Glasgow (Escócia) contra a intenção do governo britânico de construir uma nova geração de submarinos nucleares.
Entretanto, na segunda-feira, 26, o ministro da Defesa, Dês Browne, anunciou o reforço do contingente militar britânico no Afeganistão, passando o total de efectivos de 6300 para 7700. Browne qualificou o envio de mais tropas como «vital» para a salvaguarda da segurança não só daquele país mas também do Reino Unido.
O protesto decorreu três dias após o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, ter anunciado a retirada parcial do Iraque das tropas do Reino Unido, cujo número de efectivos descerá dos actuais 7.100 militares para menos de 5 mil até final do ano.
A organização «Parem a Guerra» acusa o governo de Tony Blair de ter envolvido o país Reino Unido numa guerra injusta, na qual já morreram desde então 655 mil iraquianos, cerca de três mil soldados norte-americanos e 131 britânicos.
Para além de Londres, outra manifestação realizou-se no mesmo dia no centro de Glasgow (Escócia) contra a intenção do governo britânico de construir uma nova geração de submarinos nucleares.
Entretanto, na segunda-feira, 26, o ministro da Defesa, Dês Browne, anunciou o reforço do contingente militar britânico no Afeganistão, passando o total de efectivos de 6300 para 7700. Browne qualificou o envio de mais tropas como «vital» para a salvaguarda da segurança não só daquele país mas também do Reino Unido.