Trabalhar na miséria
Oito por cento dos adultos com emprego nos 25 países da UE auferem rendimentos abaixo do limiar da pobreza. Em Portugal, a percentagem de trabalhadores pobres é a mais elevada do conjunto (14%), apenas igualada pela Polónia.
Um em cada cinco portugueses vive na pobreza
Os mais recentes dados sobre a situação social na União Europeia indicam que 16 por cento da população vivem abaixo do limiar da pobreza, ou seja, têm um rendimento inferior a 60 por cento do salário médio do respectivo país.
De acordo com o relatório sobre a protecção e inclusão social, divulgado no dia 19, pela Comissão Europeia, esta situação «impede os indivíduos de serem membros de corpo inteiro da sociedade».
Em Portugal o risco de pobreza é dos mais elevados dos Vinte Cinco, afectando um em cada cinco portugueses (20%). Apenas a Lituânia e a Polónia apresentam uma taxa superior (21%).
Em contrapartida, a República Checa, um dos dez estados que aderiram à UE em 2006, regista um baixo índice de pobreza (10%), quase a par da Suécia (9%), país que regista a melhor taxa.
O estudo revela ainda que as crianças estão mais expostas à pobreza (19% em média na UE) do que as restantes camadas populacionais. Contudo, em Portugal são os idosos com mais de 65 anos o estrato mais atingido (28 por cento). Seguem-se as crianças até aos 17 anos (24%) e por fim as mulheres (21%).
A Comissão Europeia constata ainda que a ocupação de um posto de trabalho nem sempre premune os cidadãos contra a pobreza. Assim, a percentagem de trabalhadores pobres eleva-se a oito por cento da população da UE, variando entre os cinco por cento da República Checa, Alemanha e países nórdicos e os 14 por cento verificados em Portugal e na Polónia.
De acordo com o relatório sobre a protecção e inclusão social, divulgado no dia 19, pela Comissão Europeia, esta situação «impede os indivíduos de serem membros de corpo inteiro da sociedade».
Em Portugal o risco de pobreza é dos mais elevados dos Vinte Cinco, afectando um em cada cinco portugueses (20%). Apenas a Lituânia e a Polónia apresentam uma taxa superior (21%).
Em contrapartida, a República Checa, um dos dez estados que aderiram à UE em 2006, regista um baixo índice de pobreza (10%), quase a par da Suécia (9%), país que regista a melhor taxa.
O estudo revela ainda que as crianças estão mais expostas à pobreza (19% em média na UE) do que as restantes camadas populacionais. Contudo, em Portugal são os idosos com mais de 65 anos o estrato mais atingido (28 por cento). Seguem-se as crianças até aos 17 anos (24%) e por fim as mulheres (21%).
A Comissão Europeia constata ainda que a ocupação de um posto de trabalho nem sempre premune os cidadãos contra a pobreza. Assim, a percentagem de trabalhadores pobres eleva-se a oito por cento da população da UE, variando entre os cinco por cento da República Checa, Alemanha e países nórdicos e os 14 por cento verificados em Portugal e na Polónia.