É possível mudar!
Dezenas de comunistas de Armamar participaram, no passado dia 17 de Dezembro, na III Assembleia da Organização Concelhia, que procedeu à análise da situação demográfica, económica e social do concelho de Armamar e, a partir daí, aprovou um conjunto de propostas e definiu objectivos de trabalho, nomeadamente a nível de poder local. Esta análise permitiu, pois, aprofundar os principais problemas das várias freguesias do concelho, que os eleitos da CDU se comprometeram a levar à sessão da Assembleia Municipal de Armamar.
Na sua apreciação à acção do PSD na Câmara Municipal, os presentes concluíram que se caracteriza por um discurso do «está tudo bem», que contrasta completamente com a realidade do município. De facto, Armamar é um dos concelhos mais pobres do país, onde o poder de compra per capita é inferior a metade da média nacional, tem uma das Câmaras Municipais mais endividadas do país (o Governo proibiu recentemente o recurso ao crédito) e os orçamentos elaborados – que apostam no acessório – não respondem aos principais problemas. Enquanto isto, os responsáveis políticos do executivo assistem «impávidos e serenos» à desertificação humana do concelho que só entre 1991 e 2001 perdeu mais de 13,7 % da população total e mais de 32% dos jovens.
A nível de educação, para além de um muito baixo nível de instrução da população – a taxa de analfabetismo é das maiores do país –, o concelho possui taxas de saída precoce, abandono e insucesso escolares muito elevadas. Mesmo assim, o Governo decidiu o encerramento das escolas existentes, enquanto a carta educativa apenas prevê a construção de um centro escolar, que não só não resolve os problemas da educação em Armamar, como agrava ainda mais a desertificação das aldeias.
No que respeita à Saúde, a Assembleia lembra que para 2000 residentes existe apenas um médico, o que leva a que os utentes cheguem a esperar meses por uma consulta médica.
Trata-se, pois, de uma situação insustentável, que urge mudar, dizem os comunistas, que se propõem ser os agentes dessa mudança no concelho: ideias e projectos para a solução dos principais problemas têm, precisam apenas de uma oportunidade para os pôr em prática!
Na sua apreciação à acção do PSD na Câmara Municipal, os presentes concluíram que se caracteriza por um discurso do «está tudo bem», que contrasta completamente com a realidade do município. De facto, Armamar é um dos concelhos mais pobres do país, onde o poder de compra per capita é inferior a metade da média nacional, tem uma das Câmaras Municipais mais endividadas do país (o Governo proibiu recentemente o recurso ao crédito) e os orçamentos elaborados – que apostam no acessório – não respondem aos principais problemas. Enquanto isto, os responsáveis políticos do executivo assistem «impávidos e serenos» à desertificação humana do concelho que só entre 1991 e 2001 perdeu mais de 13,7 % da população total e mais de 32% dos jovens.
A nível de educação, para além de um muito baixo nível de instrução da população – a taxa de analfabetismo é das maiores do país –, o concelho possui taxas de saída precoce, abandono e insucesso escolares muito elevadas. Mesmo assim, o Governo decidiu o encerramento das escolas existentes, enquanto a carta educativa apenas prevê a construção de um centro escolar, que não só não resolve os problemas da educação em Armamar, como agrava ainda mais a desertificação das aldeias.
No que respeita à Saúde, a Assembleia lembra que para 2000 residentes existe apenas um médico, o que leva a que os utentes cheguem a esperar meses por uma consulta médica.
Trata-se, pois, de uma situação insustentável, que urge mudar, dizem os comunistas, que se propõem ser os agentes dessa mudança no concelho: ideias e projectos para a solução dos principais problemas têm, precisam apenas de uma oportunidade para os pôr em prática!