Eleições recuperam conflito
O conflito entre os apoiantes do actual chefe de Estado da RD do Congo, Joseph Kabila, e o seu ex-vice-presidente e candidato concorrente ao cargo nas recentes eleições presidenciais, Jean-Pierre Bemba, reassumiu contornos violentos durante o último fim-de-semana, isto apesar do processo ter decorrido segundo os «padrões internacionais» e os termos do acordo de paz estabelecido em 2002.
O Supremo Tribunal de Justiça do país confirmou, terça-feira, a vitória de Kabila na segunda volta do sufrágio com 58,05 por cento dos votos contra os 41,9 por cento alcançados por Bemba, comunicação que deita por terra as esperança depositadas pelo candidato na solidez das queixas apresentadas junto daquele órgão.
Em Kinshasa, capital da RD do Congo, grupos armados afectos a Jean-Pierre Bemba não desmobilizaram dentro do prazo dado pelo presidente reeleito perpetuando o clima tenso das semanas anteriores na cidade. Nos dias 11, 18 e 19 de Novembro, homens supostamente leais a Bemba detonaram bombas, mataram quatro pessoas e incendiaram o edifício do Supremo tribunal destruindo parte do edifício.
Entretanto, na província de Norte Kivu, junto à fronteira com os vizinhos Uganda e Ruanda, homens leais ao general desertor Laurent Nkundabatware, tomaram de assalto a cidade de Sake derrotando o exército regular congolês. A marcha até Goma foi travada domingo e segunda-feira por forças da missão da ONU para o território, mas na cidade os combates continuam.
Estima-se que cerca de 20 mil pessoas tenham abandonado Sake, capital de uma região em permanente tumulto devido ao interesse de ambas as partes em controlarem as jazidas de pedras preciosas ali existentes.
O Supremo Tribunal de Justiça do país confirmou, terça-feira, a vitória de Kabila na segunda volta do sufrágio com 58,05 por cento dos votos contra os 41,9 por cento alcançados por Bemba, comunicação que deita por terra as esperança depositadas pelo candidato na solidez das queixas apresentadas junto daquele órgão.
Em Kinshasa, capital da RD do Congo, grupos armados afectos a Jean-Pierre Bemba não desmobilizaram dentro do prazo dado pelo presidente reeleito perpetuando o clima tenso das semanas anteriores na cidade. Nos dias 11, 18 e 19 de Novembro, homens supostamente leais a Bemba detonaram bombas, mataram quatro pessoas e incendiaram o edifício do Supremo tribunal destruindo parte do edifício.
Entretanto, na província de Norte Kivu, junto à fronteira com os vizinhos Uganda e Ruanda, homens leais ao general desertor Laurent Nkundabatware, tomaram de assalto a cidade de Sake derrotando o exército regular congolês. A marcha até Goma foi travada domingo e segunda-feira por forças da missão da ONU para o território, mas na cidade os combates continuam.
Estima-se que cerca de 20 mil pessoas tenham abandonado Sake, capital de uma região em permanente tumulto devido ao interesse de ambas as partes em controlarem as jazidas de pedras preciosas ali existentes.