O AE do Metro não pode caducar!
Dando provas de uma forte determinação, os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa (ML) pararam, terça-feira e vão voltar a fazê-lo hoje, cumprindo dois dias de greve contra a tentativa da administração de fazer caducar o Acordo de Empresa (AE).
No comunicado distribuído aos utentes, as organizações que convocaram a luta – Festru/CGTP-IN, STTM, Sindem, Sitra e Fetese – lamentam os transtornos causados à população e responsabilizam o Governo por, até agora, nada ter feito para resolver a situação.
Salienta-se ainda que a greve «não se prende com qualquer tipo de reivindicação salarial» e o Governo é acusado de mentir, «utilizando alguns órgãos de comunicação social» para «tentar denegrir a imagem dos trabalhadores do ML e virar a opinião pública contra estes, quando nós, tudo fizemos, desde Janeiro de 2006, para não chegar àquilo que é o último recurso: a greve que nos prejudica a todos».
Do AE constam todos os direitos laborais conquistados pela luta de gerações de trabalhadores, durante 30 anos. Caso o AE caduque, os trabalhadores perderão todos os direitos nele contidos e ficarão apenas subordinados a contratos individuais de trabalho. Este é o retrocesso que os trabalhadores recusam, desde que iniciaram esta série de lutas que já vai na sexta paralização.
Caso a administração se mantenha insensível às reivindicações, os trabalhadores garantem que vão continuar com a luta.
Salienta-se ainda que a greve «não se prende com qualquer tipo de reivindicação salarial» e o Governo é acusado de mentir, «utilizando alguns órgãos de comunicação social» para «tentar denegrir a imagem dos trabalhadores do ML e virar a opinião pública contra estes, quando nós, tudo fizemos, desde Janeiro de 2006, para não chegar àquilo que é o último recurso: a greve que nos prejudica a todos».
Do AE constam todos os direitos laborais conquistados pela luta de gerações de trabalhadores, durante 30 anos. Caso o AE caduque, os trabalhadores perderão todos os direitos nele contidos e ficarão apenas subordinados a contratos individuais de trabalho. Este é o retrocesso que os trabalhadores recusam, desde que iniciaram esta série de lutas que já vai na sexta paralização.
Caso a administração se mantenha insensível às reivindicações, os trabalhadores garantem que vão continuar com a luta.