Não ao despedimento selvagem
O Governo dá o pior exemplo e procede a despedimentos selvagens no Instituto de Segurança Social. Em protesto, os trabalhadores concentram-se hoje e amanhã, dias 2 e 3, frente ao Ministério do Trabalho e Segurança Social.
Em causa está a situação dos trabalhadores a recibo verde e em regime de avença a prestar serviço nas Casas de Acolhimento, Lares e Equipamentos de Acção Social, agora confrontados com o despedimento, na linha do que foi definido pelo Governo, sem que tenham direito ao subsídio de emprego.
O quadro é considerado ultrajante pelo Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores, para quem é vergonhoso, como refere em comunicado, que trabalhadores que durante anos estiveram «sujeitos a tudo», a recibo verde, à factura, à hora, sem qualquer contrato de trabalho, sejam de repente despedidos sem uma palavra.
A situação é ainda mais inadmissível se tivermos em conta
que estes trabalhadores – educadores, monitores, psicólogos e outros técnicos – são imprescindíveis ao funcionamento dos equipamentos. Testemunho disso, entre outros exemplos referidos no comunicado, é a «Casa do Lago», onde em dez trabalhadores apenas três têm vínculo, estando os restantes sujeitos a recibo verde. «Sem estes trabalhadores estes equipamentos não funcionam, logo os jovens que lá estão por indicação dos tribunais ficam sem acompanhamento – quem é responsável ?», pergunta o sindicato, que não se conforma com esta situação, concluindo que «a hora é de luta efectiva, de solidariedade efectiva entre colegas», de manifestar «repúdio e dizer não ao «despedimento selvagem dos recibos verdes».
Em causa está a situação dos trabalhadores a recibo verde e em regime de avença a prestar serviço nas Casas de Acolhimento, Lares e Equipamentos de Acção Social, agora confrontados com o despedimento, na linha do que foi definido pelo Governo, sem que tenham direito ao subsídio de emprego.
O quadro é considerado ultrajante pelo Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores, para quem é vergonhoso, como refere em comunicado, que trabalhadores que durante anos estiveram «sujeitos a tudo», a recibo verde, à factura, à hora, sem qualquer contrato de trabalho, sejam de repente despedidos sem uma palavra.
A situação é ainda mais inadmissível se tivermos em conta
que estes trabalhadores – educadores, monitores, psicólogos e outros técnicos – são imprescindíveis ao funcionamento dos equipamentos. Testemunho disso, entre outros exemplos referidos no comunicado, é a «Casa do Lago», onde em dez trabalhadores apenas três têm vínculo, estando os restantes sujeitos a recibo verde. «Sem estes trabalhadores estes equipamentos não funcionam, logo os jovens que lá estão por indicação dos tribunais ficam sem acompanhamento – quem é responsável ?», pergunta o sindicato, que não se conforma com esta situação, concluindo que «a hora é de luta efectiva, de solidariedade efectiva entre colegas», de manifestar «repúdio e dizer não ao «despedimento selvagem dos recibos verdes».