Aumentar segurança
O sector da cortiça, de grande importância económica e social no concelho de Santa Maria da Feira, comporta muitas vezes uma série de riscos, resultantes da falta de condições de segurança e da utilização de materiais perigosos. É o caso das colmatagens, onde se utilizam colas com solventes altamente explosivos, quando existem no mercado soluções aquosas muito menos perigosas. São de resto, conhecidos acidentes de trabalho que mutilam, incapacitam e por vezes matam trabalhadores.
O problema foi levantado na Assembleia da República pelo PCP, em dois requerimentos apresentados pelo deputado Jorge Machado, depois de, numa reunião com a Associação dos Bombeiros Voluntários de Santa Maria da Feira, haver sido recolhido um conjunto de informações que apontam para a inexistência no concelho de um levantamento das empresas que utilizam materiais perigosos, de parques Industriais adequados para estas actividades ou mesmo de um gabinete de avaliação que fiscalize e previna riscos. Aliás, o licenciamento das unidades industriais de produção de rolhas de cortiça foge à fiscalização dos bombeiros.
O deputado lembra nos seus requerimentos que a Associação dos Bombeiros Voluntários de Santa Maria da Feira é, na zona norte do País, a única que possui equipamento próprio para lidar com químicos em caso de acidente (só em Coimbra existe outro idêntico), não possuindo contudo um corpo de bombeiros remunerado capaz de assegurar o funcionamento deste equipamento 24 horas por dia.
Assim, pergunta ao Governo se não entende que é necessário criar um tal corpo de bombeiros e de melhorar as condições e procedimentos de segurança, visto haver no mercado soluções aquosas menos perigosas. Mais, se pretende «ressuscitar» a comissão que já existiu, de acompanhamento das condições de segurança no trabalho para este sector, e que agregava representantes sindicais, das entidades patronais e da Administração Central.
O problema foi levantado na Assembleia da República pelo PCP, em dois requerimentos apresentados pelo deputado Jorge Machado, depois de, numa reunião com a Associação dos Bombeiros Voluntários de Santa Maria da Feira, haver sido recolhido um conjunto de informações que apontam para a inexistência no concelho de um levantamento das empresas que utilizam materiais perigosos, de parques Industriais adequados para estas actividades ou mesmo de um gabinete de avaliação que fiscalize e previna riscos. Aliás, o licenciamento das unidades industriais de produção de rolhas de cortiça foge à fiscalização dos bombeiros.
O deputado lembra nos seus requerimentos que a Associação dos Bombeiros Voluntários de Santa Maria da Feira é, na zona norte do País, a única que possui equipamento próprio para lidar com químicos em caso de acidente (só em Coimbra existe outro idêntico), não possuindo contudo um corpo de bombeiros remunerado capaz de assegurar o funcionamento deste equipamento 24 horas por dia.
Assim, pergunta ao Governo se não entende que é necessário criar um tal corpo de bombeiros e de melhorar as condições e procedimentos de segurança, visto haver no mercado soluções aquosas menos perigosas. Mais, se pretende «ressuscitar» a comissão que já existiu, de acompanhamento das condições de segurança no trabalho para este sector, e que agregava representantes sindicais, das entidades patronais e da Administração Central.