António Rodrigues homenageado
António Rodrigues, «lutador consequente pela liberdade e democracia», foi homenageado, no passado dia 8, na Vila de Gonçalo.
Na homenagem, promovida pela Comissão Concelhia da Guarda e pela Comissão de Freguesia de Gonçalo do PCP, participaram cerca de uma centena de pessoas, entre as quais familiares do homenageado, que se deslocaram de Espanha, membros da Junta de Freguesia de Gonçalo, da Direcção e do Comando dos Bombeiros Voluntários, dirigentes associativos de colectividades, camaradas e amigos.
Na porta do edifício do Centro de Trabalho do PCP foi descerrada uma placa com o nome de António Rodrigues, seguindo-se um cortejo até ao cemitério local, onde na sua campa se depositou uma palma de flores. Ainda por proposta do PCP, o nome de António Rodrigues vai ser perpetuado também numa rua de Gonçalo, como na cerimónia foi confirmado pelo próprio presidente da Junta de Freguesia.
Em nome do PCP, Armando Morais traçou o perfil político e social de António Rodrigues, cujas «ideias progressistas e revolucionárias» e luta «por uma nova sociedade com que sonhou para Portugal não tinham fronteiras». Aliás, foi essa a sua acção «por um mundo melhor» que «o levou também a lutar pela República Espanhola e seu legítimo governo, saído de eleições democráticas».
Ao longo de 99 anos, António Rodrigues revelou-se na sua actividade política, social, associativa e humanitária «um homem de invulgares qualidades», afirmou Armando Morais que, a essas qualidades, acrescentou «a coerência, sem vacilações, pelos ideais que abraçou desde muito novo». Por fim, aquele responsável do PCP leu uma mensagem de saudação enviada pela URAP.
Na homenagem, promovida pela Comissão Concelhia da Guarda e pela Comissão de Freguesia de Gonçalo do PCP, participaram cerca de uma centena de pessoas, entre as quais familiares do homenageado, que se deslocaram de Espanha, membros da Junta de Freguesia de Gonçalo, da Direcção e do Comando dos Bombeiros Voluntários, dirigentes associativos de colectividades, camaradas e amigos.
Na porta do edifício do Centro de Trabalho do PCP foi descerrada uma placa com o nome de António Rodrigues, seguindo-se um cortejo até ao cemitério local, onde na sua campa se depositou uma palma de flores. Ainda por proposta do PCP, o nome de António Rodrigues vai ser perpetuado também numa rua de Gonçalo, como na cerimónia foi confirmado pelo próprio presidente da Junta de Freguesia.
Em nome do PCP, Armando Morais traçou o perfil político e social de António Rodrigues, cujas «ideias progressistas e revolucionárias» e luta «por uma nova sociedade com que sonhou para Portugal não tinham fronteiras». Aliás, foi essa a sua acção «por um mundo melhor» que «o levou também a lutar pela República Espanhola e seu legítimo governo, saído de eleições democráticas».
Ao longo de 99 anos, António Rodrigues revelou-se na sua actividade política, social, associativa e humanitária «um homem de invulgares qualidades», afirmou Armando Morais que, a essas qualidades, acrescentou «a coerência, sem vacilações, pelos ideais que abraçou desde muito novo». Por fim, aquele responsável do PCP leu uma mensagem de saudação enviada pela URAP.