Para pior... já basta assim!
Comunistas do Sector de Comunicações, Água e Energia da ORL voltaram a defender o reforço de um Sistema de Segurança Social público, solidário e universal, que a «contra-reforma» do Governo está a pôr em causa.
A reclamação foi feita no dia 28 de Setembro, junto ao Fórum Picoas, num mini-comício organizado pelo SCAE, com a participação de Júlio Filipe, do Comité Central, representantes de ORT’s e dezenas de trabalhadores de várias empresas do sector.
O aumento da idade da reforma e a natureza de classe daquela «contra-reforma», cujo financiamento «assenta sobretudo na redução de direitos dos trabalhadores, dos reformados e dos que se encontram numa situação de pobreza», foram alguns dos aspectos unanimemente considerados pelos diversos intervenientes como claramente expressivos do projecto de enfraquecimento do Sistema de Segurança Social que está em curso. Outro, implícito, foi o facto de não existir na «contra-reforma» do Governo qualquer proposta com vista à diversificação das fontes de financiamento «que se dirija a empresas de capital, às transacções na Bolsa, à recuperação das dívidas à Segurança Social e ao combate à fraude e evasão fiscal». Contudo, é sabido que, em 2005, o endividamento das famílias e das empresas não financeiras aumentou significativamente, colocando Portugal à frente dos países mais endividados da União Europeia, enquanto a Banca, no mesmo ano, obteve um crescimento de lucros «insólito»: 71,5%.
Apesar disto, na nova reforma, da aplicação conjugada do factor de sustentabilidade e da nova fórmula de cálculo das pensões, resultará para os trabalhadores que no futuro se reformem uma redução no valor das suas pensões de 21%, em 2030, e 24%, em 2050!
A reclamação foi feita no dia 28 de Setembro, junto ao Fórum Picoas, num mini-comício organizado pelo SCAE, com a participação de Júlio Filipe, do Comité Central, representantes de ORT’s e dezenas de trabalhadores de várias empresas do sector.
O aumento da idade da reforma e a natureza de classe daquela «contra-reforma», cujo financiamento «assenta sobretudo na redução de direitos dos trabalhadores, dos reformados e dos que se encontram numa situação de pobreza», foram alguns dos aspectos unanimemente considerados pelos diversos intervenientes como claramente expressivos do projecto de enfraquecimento do Sistema de Segurança Social que está em curso. Outro, implícito, foi o facto de não existir na «contra-reforma» do Governo qualquer proposta com vista à diversificação das fontes de financiamento «que se dirija a empresas de capital, às transacções na Bolsa, à recuperação das dívidas à Segurança Social e ao combate à fraude e evasão fiscal». Contudo, é sabido que, em 2005, o endividamento das famílias e das empresas não financeiras aumentou significativamente, colocando Portugal à frente dos países mais endividados da União Europeia, enquanto a Banca, no mesmo ano, obteve um crescimento de lucros «insólito»: 71,5%.
Apesar disto, na nova reforma, da aplicação conjugada do factor de sustentabilidade e da nova fórmula de cálculo das pensões, resultará para os trabalhadores que no futuro se reformem uma redução no valor das suas pensões de 21%, em 2030, e 24%, em 2050!