Determinação na luta
Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro, deputados do PCP ao Parlamento Europeu, passaram o dia 29 de Setembro a contactar instituições do distrito de Aveiro representativas dos diversos agentes económicos. A jornada terminou com dois debates, um em Ovar, outro em Aveiro.
No concelho de Ovar, concretamente, Ilda Figueiredo reuniu com a Comissão Sindical da Yazaki Saltano, junto de quem procurou informar-se sobre questões ligadas ao futuro da empresa, condições de trabalho, funcionamento da Comissão de Higiene e Segurança, entre outras.
Os sindicalistas da Yazaki, que já só emprega em Ovar cerca de 1.000 dos 3.700 trabalhadores que chegou a ter há poucos anos, mostraram-se apreensivos quanto ao futuro da empresa, já que a Administração pouco ou nada diz sobre qual a estratégia que tem a médio e longo prazo, designadamente no que respeita ao desenvolvimento de novos produtos.
Visível foi, igualmente, a determinação daqueles sindicalistas em defender a empresa e os seus postos de trabalho, como «inabalável» foi a sua convicção de que se não fosse a luta dos trabalhadores ao longo dos últimos anos e a intervenção do PCP na Assembleia da República e no Parlamento Europeu hoje, provavelmente, a Yazaki Saltano de Ovar já não existia.
Por seu lado, Ilda Figueiredo, que já interveio inúmeras vezes no PE sobre esta empresa, prometeu preparar um novo requerimento, a dirigir à Comissão Europeia, no sentido de saber se a Yazaki continua a receber subsídios da União Europeia ou se apresentou alguma candidatura para receber fundos comunitários e, em caso afirmativo, em que local.
No concelho de Ovar, concretamente, Ilda Figueiredo reuniu com a Comissão Sindical da Yazaki Saltano, junto de quem procurou informar-se sobre questões ligadas ao futuro da empresa, condições de trabalho, funcionamento da Comissão de Higiene e Segurança, entre outras.
Os sindicalistas da Yazaki, que já só emprega em Ovar cerca de 1.000 dos 3.700 trabalhadores que chegou a ter há poucos anos, mostraram-se apreensivos quanto ao futuro da empresa, já que a Administração pouco ou nada diz sobre qual a estratégia que tem a médio e longo prazo, designadamente no que respeita ao desenvolvimento de novos produtos.
Visível foi, igualmente, a determinação daqueles sindicalistas em defender a empresa e os seus postos de trabalho, como «inabalável» foi a sua convicção de que se não fosse a luta dos trabalhadores ao longo dos últimos anos e a intervenção do PCP na Assembleia da República e no Parlamento Europeu hoje, provavelmente, a Yazaki Saltano de Ovar já não existia.
Por seu lado, Ilda Figueiredo, que já interveio inúmeras vezes no PE sobre esta empresa, prometeu preparar um novo requerimento, a dirigir à Comissão Europeia, no sentido de saber se a Yazaki continua a receber subsídios da União Europeia ou se apresentou alguma candidatura para receber fundos comunitários e, em caso afirmativo, em que local.