550 milhões de crianças sofrem com violência
Anualmente quase 550 milhões de crianças sofrem violência familiar, trabalham em actividades de risco ou são alvo de mutilações genitais, revela um estudo conjunto de várias agências especializadas das Nações Unidas que será apresentado hoje à Assembleia-Geral da ONU. Uma das principais conclusões do documento é que «a violência infantil pode ser prevenida» e que «é possível diminuir a dimensão do problema».
O estudo refere que a violência contra os menores «está presente em todos os sítios»: casa, escola, comunidade, orfanatos, centros de reabilitação ou ambiente de trabalho. Todos os anos 275 milhões de crianças são violentadas nas suas famílias, 126 milhões são sujeitas a trabalhos considerados de risco e entre 100 e 140 milhões de meninas e adolescentes sofrem mutilações genitais.
Na família, as crianças sofrem agressões – violência física, verbal, humilhações ou ameaças –, encobertas por justificações disciplinares. Os abusos sexuais são frequentemente levados a cabo por um parente ou por uma pessoa próxima.
Os responsáveis pelo estudo propõem programas de visitas surpresa a lares de crianças, campanhas de sensibilização e políticas para eliminar o acesso «demasiado fácil» a armas e drogas como forma de reduzir os níveis de violência.
O estudo refere que a violência contra os menores «está presente em todos os sítios»: casa, escola, comunidade, orfanatos, centros de reabilitação ou ambiente de trabalho. Todos os anos 275 milhões de crianças são violentadas nas suas famílias, 126 milhões são sujeitas a trabalhos considerados de risco e entre 100 e 140 milhões de meninas e adolescentes sofrem mutilações genitais.
Na família, as crianças sofrem agressões – violência física, verbal, humilhações ou ameaças –, encobertas por justificações disciplinares. Os abusos sexuais são frequentemente levados a cabo por um parente ou por uma pessoa próxima.
Os responsáveis pelo estudo propõem programas de visitas surpresa a lares de crianças, campanhas de sensibilização e políticas para eliminar o acesso «demasiado fácil» a armas e drogas como forma de reduzir os níveis de violência.